“Estou” ou “sou” professor? – medo, ousadia e precarização no cotidiano docente à luz de Paulo Freire e bell hooks
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A frame that forgets how it found something cannot be audited. These are the routes that admitted this work.
Bibliographic record
Abstract
Em meio à intensificação da mercantilização da educação, à disseminação de tecnologias baseadas em inteligência artificial e à consolidação da chamada “pedagogia da substituição”, emergem novas formas de precarização que fragilizam o sentido ético-político da docência. Este artigo propõe uma análise teórica sobre os sentidos “de ser” e “estar sendo professor”, com base nas contribuições de Paulo Freire e bell hooks, cujos referenciais possibilitam problematizar as dimensões subjetivas, afetivas e políticas da prática docente. O objeto da pesquisa são as representações simbólicas da docência na contemporaneidade, examinadas a partir da leitura crítica desses autores sobre a profissão docente, a desumanização institucional e a possibilidade de resistência pedagógica. A investigação parte da seguinte pergunta: como as perspectivas freireana e hookiana contribuem para compreender os sentidos contraditórios de ser professor diante das novas formas de precarização, automação e esvaziamento ético da educação? Teoricamente, a pesquisa esteve centrada nas obras de Freire (1959; 1979; 1996; 1997; 2000; 2011; 2013; 2014; 2015) e hooks (2003; 2009; 2013; 2015; 2018; 2022), e orbitou os trabalhos de Antunes (2005; 2006; 2009; 2017; 2018; 2020), Apple (1998; 1999; 2006; 2008; 2012), Ball (2022), Beyer e Apple (1998), Dardot e Laval (2016), Enguita (1989), Frigotto (2005; 2008), Gentili, Giroux (1997; 2004; 2011; 2013; 2014; 2022), Saviani (2009; 2021), Sawaia (2014), entre outros. A metodologia adotada é qualitativa (Minayo, 2008), de natureza bibliográfica e descritiva (Gil, 2008), com enfoque compreensivo (Weber, 1949), voltada à análise interpretativa de textos e categorias elaboradas por esses autores. Os achados indicam que, mesmo em cenários de forte deslegitimação institucional, as obras de Freire e hooks oferecem ferramentas potentes para pensar a docência como prática de liberdade, compromisso e afeto político. A oscilação entre “sou” e “estou” professor revela o conflito identitário produzido pela instabilidade laboral e pelo controle pedagógico, mas também aponta para possibilidades de reinvenção e resistência ancoradas na ética do cuidado, na escuta sensível e na ousadia de ensinar transgredindo.
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Full frame distilled prediction
Teacher imitationNot calibrated prevalence, not ground truth. Human validation pending. Learned from the 10,348 direct Codex labels and 10,348 direct Gemma labels. Candidate is the union of thresholded teacher heads; consensus is their intersection. These outputs are machine_predicted_unvalidated and are not human labels or direct frontier model labels.
Codex and Gemma teacher scores by category
| Category | Codex | Gemma |
|---|---|---|
| Metaresearch | 0.002 | 0.001 |
| Meta-epidemiology (narrow) | 0.001 | 0.001 |
| Meta-epidemiology (broad) | 0.001 | 0.001 |
| Bibliometrics | 0.000 | 0.002 |
| Science and technology studies | 0.002 | 0.001 |
| Scholarly communication | 0.000 | 0.001 |
| Open science | 0.001 | 0.000 |
| Research integrity | 0.001 | 0.001 |
| Insufficient payload (model declined to judge) | 0.001 | 0.002 |
Machine scores (provisional)
The two teacher heads of the student model, read on this work. A score orders the frame for review; it never asserts a category, and the validation status ships verbatim with every row.
Baseline scores from an immature model (maturity gate not passed, 7 training rounds). Scores rank; they never assert a category.
score_only:v0-immature-baseline · verbatim from the scoring run: score_only means the number may rank works, and no category label ships from it