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Record W4415669037 · doi:10.1016/j.htct.2025.104071

ASSOCIAÇÃO ENTRE ANEMIA MATERNA E PREMATURIDADE: ANÁLISE DA COORTE DE NASCIMENTOS GUARU-YÁ.

2025· article· en· W4415669037 on OpenAlex
Marı́a Guadalupe Pallotta, Danyel F. Silva, C. Brunetti Netto, P. P. Neves, Lídia Maria Rebolho Batista Arantes, CP Coelho, MM Traldi, Marize Malta

Why this work is in the frame

A frame that forgets how it found something cannot be audited. These are the routes that admitted this work.

affAt least one author lists a Canadian institution in the pinned OpenAlex snapshot.

Bibliographic record

VenueHematology Transfusion and Cell Therapy · 2025
Typearticle
Languageen
FieldHealth Professions
TopicMaternal and Neonatal Healthcare
Canadian institutionsSickKids FoundationHospital for Sick Children
Fundersnot available
KeywordsAnemiaPregnancyHemoglobinCohortPrenatal care

Abstract

fetched live from OpenAlex

A gestação impõe aumento na demanda de ferro, necessário ao crescimento fetal e às adaptações fisiológicas maternas. A anemia materna, prevalente em países de baixa e média renda, afetou 35,5% das gestantes no mundo em 2023 e está associada a desfechos negativos para mãe e bebê. Investigar a associação entre anemia materna e prematuridade no município do Guarujá-SP. Corte transversal da linha de base da Coorte de Nascimentos Guaru-yá (CAAE 77667124.0.0000.5515), que incluiu todos os nascimentos de residentes do município entre abril/2024 e março/2025. Os dados foram coletados na maternidade durante a internação hospitalar. Anemia foi definida como hemoglobina < 11,0 g/dL no parto. O desfecho foi prematuridade (< 37 semanas), estimada com o método de Capurro, aplicado por profissionais treinados. A associação foi avaliada por regressão logística múltipla, ajustando para idade materna, escolaridade, cor da pele, índice de riqueza, presença de companheiro, número de filhos, pré-natal, diabetes, hipertensão, infecção urinária, sífilis, tabagismo, uso de álcool, drogas e suplementação com sulfato ferroso. Foram estimadas razões de chances (OR), intervalos de confiança de 95% (IC95%). Os dados foram gerenciados na plataforma REDCap 14.4.0 e analisados no software Stata 13.1. Foram avaliadas 2.137 puérperas, com idade média de 27,7 anos (DP 6,5). A prevalência de anemia foi de 25,5% e a de prematuridade, 10,2%. Após ajuste para variáveis sociodemográficas, obstétricas e clínicas, a anemia materna foi associada a maior chance de prematuridade (OR = 1,96; IC95%:1,41–2,72; p < 0,001), representando aumento de 96% na chance de parto prematuro. Evidências semelhantes foram observadas em outras coortes brasileiras, como a MINA-Brasil, que destacam o impacto de deficiências nutricionais sobre anemia e desfechos neonatais adversos. A anemia reduz a capacidade de transporte de oxigênio e nutrientes ao feto, podendo comprometer o crescimento intrauterino e aumentar o risco de parto prematuro. Apesar da mensuração da hemoglobina ter ocorrido no parto, ela pode refletir anemia persistente, especialmente no terceiro trimestre, fase crítica para crescimento fetal e maturação placentária. Os efeitos deletérios da baixa hemoglobina provavelmente se iniciam antes do parto, e a medida pontual pode funcionar como marcador do estado nutricional materno nas semanas anteriores. Estratégias de rastreamento e intervenção precoce, incluindo suplementação e monitoramento no pré-natal, são essenciais para reduzir esse desfecho, sobretudo em populações vulneráveis. A anemia materna foi associada ao aumento significativo na ocorrência de partos prematuros. Qualificar o pré-natal com diagnóstico e tratamento oportunos pode reduzir a prematuridade e seus impactos na saúde neonatal.

Fetched live from OpenAlex and de-inverted. Abstracts are not stored in this database: the inverted indexes are 8.6 GB of the frame’s 9.3 GB of text, and the host has 13 GB free.

Full frame distilled prediction

Teacher imitation

Not calibrated prevalence, not ground truth. Human validation pending. Learned from the 10,348 direct Codex labels and 10,348 direct Gemma labels. Candidate is the union of thresholded teacher heads; consensus is their intersection. These outputs are machine_predicted_unvalidated and are not human labels or direct frontier model labels.

metaresearch head score (Codex)0.000
metaresearch head score (Gemma)0.000
Version: codex-gemma-dda1882f352aValidation status: machine_predicted_unvalidated
Candidate categoriesInsufficient payload (model declined to judge)
Consensus categoriesnone
DomainCandidate signal: none · Consensus signal: none
Study designCandidate signal: Observational · Consensus signal: none
GenreCandidate signal: Empirical · Consensus signal: Empirical
Teacher disagreement score0.588
Threshold uncertainty score0.998

Codex and Gemma teacher scores by category

CategoryCodexGemma
Metaresearch0.0000.000
Meta-epidemiology (narrow)0.0000.000
Meta-epidemiology (broad)0.0010.000
Bibliometrics0.0000.000
Science and technology studies0.0010.000
Scholarly communication0.0000.000
Open science0.0000.000
Research integrity0.0010.001
Insufficient payload (model declined to judge)0.0030.000

Machine scores (provisional)

The two teacher heads of the student model, read on this work. A score orders the frame for review; it never asserts a category, and the validation status ships verbatim with every row.

Baseline scores from an immature model (maturity gate not passed, 7 training rounds). Scores rank; they never assert a category.

Opus teacher head0.022
GPT teacher head0.359
Teacher spread0.337 · how far apart the two teachers sit on this one work
Validation statusscore_only:v0-immature-baseline · verbatim from the scoring run: score_only means the number may rank works, and no category label ships from it