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Record W4416712404 · doi:10.29327/5732029

Biossegurança Hospitalar

2025· book· pt· W4416712404 on OpenAlexaboutno aff
Artedes José Santos Da Costa

Bibliographic record

VenueEditora Humanize eBooks · 2025
Typebook
Languagept
FieldMedicine
TopicHealthcare and Environmental Waste Management
Canadian institutionsnot available
Fundersnot available
KeywordsLegislationQuality (philosophy)Government (linguistics)Scope (computer science)CriticismField (mathematics)Intervention (counseling)Liability

Abstract

fetched live from OpenAlex

A biossegurança hospitalar consolidou-se, nas últimas décadas, como um dos pilares estruturantes da qualidade assistencial e da proteção ao trabalhador da saúde. O avanço tecnológico, a intensificação do fluxo de pacientes e a complexidade crescente dos serviços tornaram os ambientes hospitalares espaços de risco permanente, nos quais a segurança depende de políticas institucionais sólidas, formação contínua e sistemas capazes de articular prevenção, monitoramento e resposta a eventos adversos. A literatura especializada evidencia que, embora normas e diretrizes nacionais tenham consolidado bases importantes para a prevenção de agravos, ainda persistem desafios relacionados à governança, à adesão às práticas de segurança e à capacidade das instituições de incorporar tecnologias emergentes a partir de uma perspectiva crítica e integrada. Os marcos regulatórios brasileiros, como a NR-32 analisada por Ricoldi, situam a biossegurança como política estruturante, direcionada à proteção dos trabalhadores e ao ordenamento de processos que envolvem riscos biológicos, químicos e radiológicos. Entretanto, a própria norma demonstra que o cumprimento formal dos requisitos não é suficiente para assegurar ambientes seguros quando não há cultura institucional de responsabilidade compartilhada. O Ministério da Saúde, em parceria com a OPAS, reforça que a biossegurança exige articulação entre vigilância, gestão de riscos, formação profissional e mecanismos de qualidade capazes de sustentar práticas sistemáticas, auditáveis e permanentemente atualizadas. No âmbito internacional, documentos como o Canadian Biosafety Standard ampliam o debate ao enfatizar a necessidade de sistemas robustos de contenção, monitoramento ambiental, rastreabilidade e avaliação contínua de riscos. Essa perspectiva evidencia que a biossegurança precisa ser compreendida como campo dinâmico, sensível a transformações tecnológicas, à circulação global de patógenos e à crescente integração entre processos digitais e práticas assistenciais. Em consonância com esse movimento, a EBSERH tem buscado fortalecer programas de garantia da qualidade, controle de radiações ionizantes, padronização de rotinas e formação das equipes, destacando que a segurança depende de processos institucionalizados e de ambientes capazes de sustentar condutas clínicas com precisão técnica. As evidências nacionais e internacionais convergem ao apontar que a segurança hospitalar só se efetiva quando instituições fortalecem suas capacidades de governança, promovem educação permanente e estruturam mecanismos de monitoramento capazes de antecipar riscos. Estudos conduzidos por Nogueira e colaboradores, Costa e sua equipe, Galvão, Remigio e Lobo, além de pesquisas internacionais como as de Kimman, Jagtap, Yeung e Tang, demonstram que a adesão às práticas seguras depende da combinação entre infraestrutura, cultura organizacional, tecnologias confiáveis e profissionais qualificados. Esse conjunto de elementos define a maturidade institucional e orienta a transição para modelos mais integrados, analíticos e tecnologicamente sustentados. Este livro se propõe a analisar a biossegurança hospitalar a partir de um olhar ampliado, que integra fundamentos conceituais, determinantes de risco, marcos normativos, desafios organizacionais, impacto da tecnologia, estratégias de educação permanente e tendências emergentes. A abordagem adotada articula evidências teóricas e normativas, estudos nacionais e internacionais e análises críticas sobre a realidade dos serviços de saúde, oferecendo uma leitura aprofundada para profissionais, pesquisadores e gestores que atuam na interface entre segurança, qualidade e cuidado. Ao longo dos capítulos, busca-se demonstrar que a biossegurança não é um campo isolado, mas um componente transversal da gestão hospitalar, essencial para proteger trabalhadores, garantir a segurança dos pacientes e sustentar a confiabilidade das práticas clínicas. Essa perspectiva amplia a compreensão de que investir em biossegurança significa investir em governança, infraestrutura, cultura, tecnologia e formação. Ao explorar tais dimensões de modo articulado, o livro apresenta um panorama que ultrapassa a descrição de normas e evidencia a necessidade de transformação contínua, capaz de responder às exigências de sistemas de saúde complexos, dinâmicos e desafiados por riscos emergentes. Trata-se, portanto, de uma obra que busca contribuir para um modelo de biossegurança orientado pela responsabilidade institucional, pela precisão técnica e por uma cultura de proteção que reconheça a centralidade do trabalhador e do paciente no processo de cuidado.

Fetched live from OpenAlex and de-inverted. Abstracts are not stored in this database: the inverted indexes are 8.6 GB of the frame’s 9.3 GB of text, and the host has 13 GB free.

How this classification was reachedexpand

Full frame distilled prediction

Teacher imitation

Not calibrated prevalence, not ground truth. Human validation pending. Learned from the 10,348 direct Codex labels and 10,348 direct Gemma labels. Candidate is the union of thresholded teacher heads; consensus is their intersection. These outputs are machine_predicted_unvalidated and are not human labels or direct frontier model labels.

metaresearch head score (Codex)0.001
metaresearch head score (Gemma)0.000
Version: codex-gemma-dda1882f352aValidation status: machine_predicted_unvalidated
Candidate categoriesMeta-epidemiology (narrow), Research integrity, Insufficient payload (model declined to judge)
Consensus categoriesMeta-epidemiology (narrow), Insufficient payload (model declined to judge)
DomainCandidate signal: none · Consensus signal: none
Study designCandidate signal: Not applicable · Consensus signal: Not applicable
GenreCandidate signal: Other · Consensus signal: Other
Teacher disagreement score0.026
Threshold uncertainty score1.000

Codex and Gemma teacher scores by category

CategoryCodexGemma
Metaresearch0.0010.000
Meta-epidemiology (narrow)0.0010.001
Meta-epidemiology (broad)0.0020.001
Bibliometrics0.0010.000
Science and technology studies0.0010.001
Scholarly communication0.0000.000
Open science0.0010.001
Research integrity0.0010.002
Insufficient payload (model declined to judge)0.0020.005

Machine scores (provisional)

The two teacher heads of the student model, read on this work. A score orders the frame for review; it never asserts a category, and the validation status ships verbatim with every row.

Baseline scores from an immature model (maturity gate not passed, 7 training rounds). Scores rank; they never assert a category.

Opus teacher head0.015
GPT teacher head0.263
Teacher spread0.248 · how far apart the two teachers sit on this one work
Validation statusscore_only:v0-immature-baseline · verbatim from the scoring run: score_only means the number may rank works, and no category label ships from it

Classification

machine, unvalidated

Machine predicted; both teacher heads agree on what is shown here.

Study designNot applicable
Domainnot available
GenreOther

How this classification was reached, model by model and score by score, is at the end of the page under "How this classification was reached".

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Published2025
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