5 PONTOS CRÍTICOS PARA DISCUTIR LAWS
Bibliographic record
Abstract
Ao nos depararmos com imagens provenientes das guerras na era da pós-modernidade, temos a impressão de viver em um <em>vero e proprio</em> anacronismo histórico: armamentos do futuro contrastam com um conjunto de valores do passado, como os nacionalismos, os expansionismos e o revanchismo. Nessa espécie de erro cronológico, os LAWS (sigla em inglês para Sistemas de Armas Letais Autônomas) emergem como a nova forma de fazer guerra, dando impulso à era da portabilidade e mobilidade bélica em níveis jamais vistos antes. Esta tecnologia, que barateia e transforma a forma de guerrear, coloca em curso a tendência global de uma nova “corrida” ou, talvez, um novo "sobrevoo armamentista” entre Estados. Não obstante os dilemas morais e éticos e às transgressões aos Direitos Humanos e Individuais representados pelos uso dos LAWS pelos Estados, presenciamos uma conjuntura internacional na qual a elaboração de uma proposta de Convenção da ONU de proibição e regulação tipo <em>hard law</em> parece estar longe de atingir um consenso. Neste <em>Policy Brief</em>, pontuamos algumas questões que permeiam o debate entre os especialistas que analisam criticamente os LAWS e propomos uma comparação com a regulação de outra arma, sua predecessora analógica: as Minas Antipessoais Terrestres, que foram reguladas através do Tratado de Ottawa (1997). Neste sentido, nosso intuito é investigar pontos comparativos durante o processo de construção consensual que possibilitou a aprovação de tal legislação, verificar os princípios e os precedentes levantados pelos diversos atores sociais com a finalidade de embasar paralelos que indiquem uma orientação visando a construção de uma proposta.
Fetched live from OpenAlex and de-inverted. Abstracts are not stored in this database: the inverted indexes are 8.6 GB of the frame’s 9.3 GB of text, and the host has 13 GB free.
How this classification was reachedexpand
Full frame distilled prediction
Teacher imitationNot calibrated prevalence, not ground truth. Human validation pending. Learned from the 10,348 direct Codex labels and 10,348 direct Gemma labels. Candidate is the union of thresholded teacher heads; consensus is their intersection. These outputs are machine_predicted_unvalidated and are not human labels or direct frontier model labels.
Codex and Gemma teacher scores by category
| Category | Codex | Gemma |
|---|---|---|
| Metaresearch | 0.001 | 0.001 |
| Meta-epidemiology (narrow) | 0.000 | 0.000 |
| Meta-epidemiology (broad) | 0.000 | 0.000 |
| Bibliometrics | 0.000 | 0.000 |
| Science and technology studies | 0.016 | 0.001 |
| Scholarly communication | 0.002 | 0.000 |
| Open science | 0.002 | 0.002 |
| Research integrity | 0.000 | 0.001 |
| Insufficient payload (model declined to judge) | 0.189 | 0.018 |
Machine scores (provisional)
The two teacher heads of the student model, read on this work. A score orders the frame for review; it never asserts a category, and the validation status ships verbatim with every row.
Baseline scores from an immature model (maturity gate not passed, 7 training rounds). Scores rank; they never assert a category.
score_only:v0-immature-baseline · verbatim from the scoring run: score_only means the number may rank works, and no category label ships from itClassification
machine, unvalidatedMachine predicted; both teacher heads agree on what is shown here.
How this classification was reached, model by model and score by score, is at the end of the page under "How this classification was reached".