A proposal for telerehabilitation of women with chronic musculoskeletal dysfunction
Bibliographic record
Abstract
A incidência de disfunções musculoesqueléticas crônicas cresce e afeta a população, em especial, os joelhos de mulheres pela incapacidade de suportar peso, com a perda da qualidade de vida. Essa fisiopatologia revela-se pelo processo mecânico e/ou pelo envelhecimento da cartilagem articular. Nesse contexto, a terapia pelo exercício físico é considerada a abordagem padrão ouro, pois a fraqueza do músculo quadríceps femoral é definida como um fator de risco para osteoartrose no joelho. Frente à essa necessidade e à dificuldade de alcance aos serviços de atenção primária à saúde, a telessaúde poderá proporcionar mais possibilidades no campo da medicina física de acesso à reabilitação. O objetivo deste estudo foi comparar a proposta de um programa de telerreabilitação a um programa de reabilitação presencial, no tratamento de mulheres portadoras de disfunção musculoesquelética crônica, para desfechos relacionados à dor, à função física e à qualidade de vida. Após a aprovação do comitê de ética e a assinatura do termo de consentimento livre e esclarecido, foi realizado um ensaio clínico controlado com mulheres na faixa etária de 55 a 85 anos de idade, com diagnóstico médico de disfunção musculoesquelética (osteoartrose de joelho), alocadas em 2 grupos (randomização estratificada): grupo telerreabilitação (n=11) e grupo reabilitação presencial (n=11). Os grupos foram avaliados, presencialmente, por meio de questionário WOMAC (Western Ontario and McMaster Universities Osteoarthritis Index), Escala de Autoeficácia para Controle da Dor Crônica (AEDC), escala de dor NRS (Numeric Rating Scale), teste funcional TUG (Timed Up and Go) e avaliação de força muscular do quadríceps femoral e isquiotibiais por dinamometria isométrica. Todas as participantes foram submetidas a um protocolo de intervenção composto por exercícios de fortalecimento muscular, duas sessões por semana, durante o período de 12 semanas, e reavaliadas ao final de 24 sessões, sendo que o grupo telerreabilitação foi monitorado de maneira síncrona, via plataforma Google Meet, e o grupo reabilitação presencial, na clínica de fisioterapia da FIB (Faculdades Integradas de Bauru). Os resultados analisados estatisticamente (test t) para comparação de cada variável dependente entre os dois grupos de tratamento, com nível de significância estabelecido em p<0,05, e análise de variância de dois critérios (ANOVA 2), sugeriram que as duas modalidades terapêuticas, telerreabilitação e reabilitação presencial, resultaram em melhoras clínicas significativas, sendo comparáveis desde a linha de base até três meses de tratamento. Concluiu-se que a telerreabilitação, quando comparada com a reabilitação presencial, como proposta de tratamento de disfunção musculoesquelética crônica, demonstrou não haver diferença entre os dois grupos, uma vez que ambos obtiveram melhoras relevantes, de acordo com o fator tempo de intervenção, com resultados estatisticamente importantes para todas as variáveis estudadas.
Fetched live from OpenAlex and de-inverted. Abstracts are not stored in this database: the inverted indexes are 8.6 GB of the frame’s 9.3 GB of text, and the host has 13 GB free.
How this classification was reachedexpand
Full frame machine prediction
Teacher imitationNot calibrated prevalence, not ground truth. Human validation pending. The Gemma side is a direct model label for every work in the frame, read from the title-only record. The Codex side is a classifier learned from the 10,348 direct Codex labels and calibrated to design-weighted sample rates; fields without enough sample support carry no Codex call. Candidate is the union of the two sides; consensus is their intersection. These outputs are machine_predicted_unvalidated and are not human labels.
Distilled classifier scores by category (both heads)
| Category | Codex | Gemma |
|---|---|---|
| Metaresearch | 0.009 | 0.018 |
| Meta-epidemiology (narrow) | 0.001 | 0.000 |
| Meta-epidemiology (broad) | 0.001 | 0.003 |
| Bibliometrics | 0.002 | 0.001 |
| Science and technology studies | 0.002 | 0.002 |
| Scholarly communication | 0.004 | 0.003 |
| Open science | 0.003 | 0.004 |
| Research integrity | 0.010 | 0.005 |
| Insufficient payload (model declined to judge) | 0.022 | 0.006 |
Machine scores (provisional)
The two teacher heads of the student model, read on this work. A score orders the frame for review; it never asserts a category, and the validation status ships verbatim with every row.
Baseline scores from an immature model (maturity gate not passed, 7 training rounds). Scores rank; they never assert a category.
score_only:v0-immature-baseline · verbatim from the scoring run: score_only means the number may rank works, and no category label ships from itClassification
machine, unvalidatedMachine predicted; a candidate call from one source (direct Gemma or distilled Codex), not a consensus.
How this classification was reached, model by model and score by score, is at the end of the page under "How this classification was reached".