Respostas comportamentais de novilhas em adaptação durante a mudança de uma área de descanso coletiva para uma área de descanso individual
Bibliographic record
Abstract
O objetivo desse trabalho foi examinar as respostas comportamentais de novilhas em crescimento quando são introduzidas em um sistema de free stall e também quando são apresentadas a um comedouro com tranca de pescoço. Foram utilizadas vinte e uma novilhas Holandesas balanceadas por idade (159±25,0 dias) e peso corporal (207±26,3 Kg). As novilhas foram divididas em 7 grupos de 3 animais cada. Os animais foram observados em 2 tipos de sistema de manejo, sendo o primeiro com baia coletiva onde a cama (4,6x12,0m) era constituída de pó de serra e o segundo com baias individuais (free stall) com 13 baias (stalls) no espaço de descanso (6,6 x 12,0 m), também com cama de pó de serra. Todas as novilhas foram instaladas nas baias coletivas oito semanas antes do início do experimento. Cada grupo foi alocado na baia coletiva experimental por 5 dias e foram gravadas por câmeras durante 3 dias (período 1). Após esse período os animais foram movidos para a baia com camas individuais (stalls) contendo o mesmo tipo de comedouro (barras fixas) onde permaneceram por 5 dias sendo gravadas (período 2). Finalmente os animais foram deslocados para uma baia com as mesmas dimensões da anterior que também continha stalls, mas com um comedouro onde as barras eram móveis e com tranca de pescoço, sendo observados por 3 dias (período 3). Os comportamentos analisados diariamente foram os seguintes: tempo total de descanso (novilha deitada dentro ou fora da cama), tempo total que os animais passaram em pé (nos corredores, na cama ou com as patas da frente na cama) e tempo total se alimentando. Para o segundo período onde os animais foram movidos para o free stall também foi observado o tempo de latência dos animais para utilizarem a cama pela primeira vez. Para o primeiro tratamento (período 1 vs. período 2) houve uma diferença significativa (P<0,001) para tempo descansando entre o primeiro dia na nova baia e o período anterior, onde foi observado uma queda de 4 h/d. Houve também diferença entre o primeiro dia e os dias subseqüentes (P< 0,001) pois após o primeiro dia os animais voltaram a descansar como antes, portanto não houve diferença entre os períodos (p=0,127). Antes da introdução dos animais no free stall, as novilhas raramente foram observadas deitadas nos corredores, sendo que este comportamento subiu para 2.5 h/d no primeiro dia no novo sistema (P<0.001), declinou para 1,5 h/d no período seguinte (P = 0.010), mas continuou mais alto que o período anterior (P = 0.006). O tempo despendido em pé nos corredores aumentou de 2,5 h/d para mais de 4 h/d no primeiro dia no free stall (P<0,001), declinou para 3 h/d (P<0,001) durante os dias subseqüentes, entretanto, continuou mais alto do que no período anterior (p=0,002). Para tempo em pé com as quatro patas na cama houve diferença (P< 0,001) entre o período 1 e o primeiro dia na nova baia e entre os períodos 1 e 2 (P<0,001). No entanto, não houve diferença entre o primeiro dia e os dias subseqüentes na baia com divisões. Tempo em pé com somente as patas da frente na cama só foi observado no período 2 e houve diferença entre o primeiro dia e os demais dias na baia com divisões (P<0,001). Não houve diferença no tempo que os animais passaram se alimentando durante o período de transição. Para o segundo tratamento (per. 2 vs. per. 3) houve diferença (P=0,007) para tempo se alimentando entre o período 2 e o primeiro dia com o novo comedouro, mas não foi verificado diferenças entre períodos ou entre o primeiro dia e dias posteriores no novo comedouro. Para os outros comportamentos não ocorreram diferenças significativas nem entre períodos nem entre o primeiro dia e período anterior, ou dias posteriores a mudança. Pode-se concluir que novilhas necessitam em torno de 24h para se adaptarem a um novo ambiente, para aprenderem como se deitar nas camas individuais e utilizarem um comedouro com tranca no pescoço.
Fetched live from OpenAlex and de-inverted. Abstracts are not stored in this database: the inverted indexes are 8.6 GB of the frame’s 9.3 GB of text, and the host has 13 GB free.
How this classification was reachedexpand
Full frame machine prediction
Teacher imitationNot calibrated prevalence, not ground truth. Human validation pending. The Gemma side is a direct model label for every work in the frame, read from the title-only record. The Codex side is a classifier learned from the 10,348 direct Codex labels and calibrated to design-weighted sample rates; fields without enough sample support carry no Codex call. Candidate is the union of the two sides; consensus is their intersection. These outputs are machine_predicted_unvalidated and are not human labels.
Distilled classifier scores by category (both heads)
| Category | Codex | Gemma |
|---|---|---|
| Metaresearch | 0.000 | 0.001 |
| Meta-epidemiology (narrow) | 0.000 | 0.000 |
| Meta-epidemiology (broad) | 0.001 | 0.000 |
| Bibliometrics | 0.000 | 0.000 |
| Science and technology studies | 0.000 | 0.000 |
| Scholarly communication | 0.001 | 0.000 |
| Open science | 0.000 | 0.001 |
| Research integrity | 0.000 | 0.001 |
| Insufficient payload (model declined to judge) | 0.002 | 0.000 |
Machine scores (provisional)
The two teacher heads of the student model, read on this work. A score orders the frame for review; it never asserts a category, and the validation status ships verbatim with every row.
Baseline scores from an immature model (maturity gate not passed, 7 training rounds). Scores rank; they never assert a category.
score_only:v0-immature-baseline · verbatim from the scoring run: score_only means the number may rank works, and no category label ships from itClassification
machine, unvalidatedMachine predicted; a candidate call from one source (direct Gemma or distilled Codex), not a consensus.
How this classification was reached, model by model and score by score, is at the end of the page under "How this classification was reached".