Relações de poder em Vigiar e Punir: O nascimento da prisão
Bibliographic record
Abstract
O livro Vigiar e punir: O nascer da prisão, escrito em 1975, tem como objetivo mais visível desmontar o suposto humanismo dos reformadores penais do Séc. XVIII, em França, que na linha do iluminismo, propuseram a substituição do suplício pela prisão como método punitivo e ressocializador de delinquentes, resultando em mudanças nas relações de poder. Nele, Foucault teoriza uma conceção não juridíca do poder, a partir das práticas sociais e jurídicas nos séculos XVII e XVIII. Nesta conceção não juridica do poder – o poder disciplinar –, o autor coloca especial ênfase nas relações entre poder e saber. Apresenta-o como transversal à sociedade, uma vez que o poder está em todo o lugar e em todas as coisas, mostrando que o mesmo tem duplo aspeto: a parte visível (instituições sociais) e a parte invisível (o dispositivo), no interior do qual circulam novas intensidades de poder, refletindo a paisagem mental de uma época. Aborda os principais aspetos do poder disciplinar dando ênfase à disciplina como forma dessa modalidade de poder e a sua mudança da época clássica para a modernidade, mostrando as suas mutações e técnicas naqueles séculos. Apresenta a passagem do exercício do poder diretamente sobre o corpo do indivíduo para a privação dos seus direitos e liberdade, demonstrando que não existem sociedades livres de relações de poder. Trata o controlo social na sociedade disciplinar, ao apresentar inúmeros processos de objetivação que ocorrem nas redes de poderes, que capturam, dividem e classificam os indivíduos, como a criação do sistema panótico. Neste, a relação de poder é de sujeição constante do indivíduo. O panotismo constituiu-se num poder produtor de saber que regula a vida dos indivíduos.
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How this classification was reachedexpand
Full frame machine prediction
Teacher imitationNot calibrated prevalence, not ground truth. Human validation pending. The Gemma side is a direct model label for every work in the frame, read from the title-only record. The Codex side is a classifier learned from the 10,348 direct Codex labels and calibrated to design-weighted sample rates; fields without enough sample support carry no Codex call. Candidate is the union of the two sides; consensus is their intersection. These outputs are machine_predicted_unvalidated and are not human labels.
Distilled classifier scores by category (both heads)
| Category | Codex | Gemma |
|---|---|---|
| Metaresearch | 0.002 | 0.004 |
| Meta-epidemiology (narrow) | 0.000 | 0.000 |
| Meta-epidemiology (broad) | 0.000 | 0.000 |
| Bibliometrics | 0.001 | 0.001 |
| Science and technology studies | 0.009 | 0.015 |
| Scholarly communication | 0.008 | 0.004 |
| Open science | 0.001 | 0.005 |
| Research integrity | 0.002 | 0.003 |
| Insufficient payload (model declined to judge) | 0.008 | 0.001 |
Machine scores (provisional)
The two teacher heads of the student model, read on this work. A score orders the frame for review; it never asserts a category, and the validation status ships verbatim with every row.
Baseline scores from an immature model (maturity gate not passed, 7 training rounds). Scores rank; they never assert a category.
score_only:v0-immature-baseline · verbatim from the scoring run: score_only means the number may rank works, and no category label ships from itClassification
machine, unvalidatedMachine predicted; a candidate call from one source (direct Gemma or distilled Codex), not a consensus.
How this classification was reached, model by model and score by score, is at the end of the page under "How this classification was reached".