Os Números Binários: do saber escolar ao saber científico Dissertação
Bibliographic record
Abstract
Os números binários são utilizados atualmente como elemento necessário e fundamental na comunicação entre artefatos tecnológicos digitais por serem utilizados como representação de número (sequências de 0s e 1s) em codificações de caracteres, de imagens, de sons, de qualquer outro tipo de informação. A partir desta aplicação social proporcionada pelo conhecimento científico de números binários, é proposto investigar o lócus dos Números Binários, enquanto saber escolar, saber a ser ensinado e saber científico. Para tal, recorre a duas teorias desenvolvidas por Yves Chevallard: Teoria da Transposição Didática e Teoria Antropológico do Didático (TAD). Esta primeira teoria parte do princípio de que aqueles três saberes possuem funcionamentos próprios, de tal maneira que o saber escolar, assim como o saber a ser ensinado, não se constitui de simplificação de processos provindos do saber científico, mas que cada um deles possui saberes próprios e distintos. A TAD complementa esta primeira teoria por potencializar mecanismos metodológicos e teóricos de análise de processos transpositivos de saberes existentes entre diferentes instituições, uma vez que defende a existência de princípios inter-relacionados de elementos práticos e teóricos de qualquer que seja a ação humana; Auxilia também a análise desses processos transpositivos (matemáticos) entre instituições ao investigar a existência de condições, de escolhas, de decisões e de limitações de uma instituição para/com outra. Investiga-se o lócus dos números binários partindo da análise praxeológica de livros didáticos de matemática dos anos finais do Ensino Fundamental avaliados pelo Programa Nacional do Livro Didático (PNLD) e de computação, (por assim representarem o saber escolar - consideradas como instituições de ensino e de transposição de saber); Realiza-se, posteriormente, a análise praxeológica e a análise dos níveis de co-determinação didática de diretrizes curriculares nacionais (BRASIL, 1997, 1998, 2000), estadual (PERNAMBUCO, 2012) e internacionais (CSTA, 2011; ONTARIO, 2008, 2009, 2011; UNESCO, 1997) (por assim representarem o saber a ser ensinado - consideradas como tipos de instituições transpositivas). Por fim, estuda-se o lócus dos números binários identificados nessas instituições no saber científico (da Matemática e da Computação) (consideradas como instituições produtivas e utilizadoras de saberes). Como principais resultados destacam-se: os números binários são produzidos na ciência Matemática; São sugeridos em diretrizes curriculares estadual (Pernambuco) e nacionais como conteúdo básico de aprendizagem por meio de estudo de unidades de medida de informação; São trabalhados em livros didáticos de matemática, a partir dos anos finais do Ensino Fundamental, de maneira auxiliar ao estudo de potenciação ou curiosidade (em sua maioria) ou servido como leitura complementar ao docente (no Manual do Professor). No entanto, os números binários são sugeridos, ampliados e aprofundados em instituições produtivas, utilizadoras, transpositivas e ensino referentes à computação; A abordagem de números binários em livro didático de computação analisado se aproxima da abordagem proposta pelas instituições transpositivas analisadas assim como, estas se aproximam da proposta trabalhada na ciência Computação. Identifica-se a existência de condições, restrições e limitações postas pelos níveis não positivos de co-determinação didática (pedagogia, escola e sociedade) a respeito das diretrizes curriculares de matemática e de computação.
Fetched live from OpenAlex and de-inverted. Abstracts are not stored in this database: the inverted indexes are 8.6 GB of the frame’s 9.3 GB of text, and the host has 13 GB free.
How this classification was reachedexpand
Full frame distilled prediction
Teacher imitationNot calibrated prevalence, not ground truth. Human validation pending. Learned from the 10,348 direct Codex labels and 10,348 direct Gemma labels. Candidate is the union of thresholded teacher heads; consensus is their intersection. These outputs are machine_predicted_unvalidated and are not human labels or direct frontier model labels.
Codex and Gemma teacher scores by category
| Category | Codex | Gemma |
|---|---|---|
| Metaresearch | 0.000 | 0.000 |
| Meta-epidemiology (narrow) | 0.001 | 0.001 |
| Meta-epidemiology (broad) | 0.001 | 0.000 |
| Bibliometrics | 0.001 | 0.005 |
| Science and technology studies | 0.000 | 0.001 |
| Scholarly communication | 0.001 | 0.004 |
| Open science | 0.004 | 0.002 |
| Research integrity | 0.000 | 0.001 |
| Insufficient payload (model declined to judge) | 0.001 | 0.002 |
Machine scores (provisional)
The two teacher heads of the student model, read on this work. A score orders the frame for review; it never asserts a category, and the validation status ships verbatim with every row.
Baseline scores from an immature model (maturity gate not passed, 7 training rounds). Scores rank; they never assert a category.
score_only:v0-immature-baseline · verbatim from the scoring run: score_only means the number may rank works, and no category label ships from itClassification
machine, unvalidatedMachine predicted; both teacher heads agree on what is shown here.
How this classification was reached, model by model and score by score, is at the end of the page under "How this classification was reached".