Adaptação cultural e Validação da \\"Edmonton Frail Scale\\" (EFS) escala de avaliação de fragilidade em idosos
Bibliographic record
Abstract
A fragilidade pode se manifestar em indivíduos de todas as faixas etárias, incluindo os idosos, porém, não deve ser entendida como sinônimo de velhice. Atualmente a fragilidade vem sendo fortemente considerada como uma síndrome multidimensional que envolve vários fatores: biológicos, físicos, cognitivos, sociais, econômicos e ambientais. É um tipo de síndrome que pode ser evitada, quando identificada precocemente, ou intervindo com base em seus indicadores, pelo menos postergada. Os objetivos desta pesquisa metodológica foram realizar adaptação cultural da Edmonton Frail Scale (EFS) para o português do Brasil, bem como analisar suas propriedades psicométricas em uma amostra de idosos de uma comunidade do interior paulista. Esta escala possui 11 itens e sua pontuação máxima é 17 representando o nível mais elevado de fragilidade. Para a adaptação cultural, utilizou-se o referencial da literatura: tradução da EFS para língua portuguesa; obtenção da primeira versão consensual em português; avaliação do item por um comitê de juízes; retrotradução; obtenção de uma versão consensual em inglês e comparação com a versão original; avaliação semântica da EFS; pré-teste da versão em português. A versão adaptada foi aplicada, no período de agosto de 2007 a junho de 2008, em 137 idosos de 65 anos ou mais que viviam na comunidade. A maioria dos participantes 102 (74,5%) era do sexo feminino, viúvos (58; 42,3%) com idade média de 75,33 anos (idade mínima de 65 e máxima de 100 anos), com tempo médio de estudo formal de um a quatro anos (75; 54,8%). Quanto às propriedades psicométricas avaliadas, na validação de grupos conhecidos foram realizadas análises de comparações, empregando-se o teste não-paramétrico de Mann-Whitney, do diagnóstico de fragilidade entre sexo, idade e déficit cognitivo. Obteve-se que idosos mais velhos, mulheres e com déficit cognitivo são mais propensos ao diagnóstico de fragilidade. Todas as comparações foram estatisticamente significativas. Na validade de construto convergente da EFS, com Medida de Independência Funcional (MIF) e Mini-Exame do Estado Mental (MEEM), houve correlação baixa e negativa, as mesmas foram adequadas com todas as correlações estatisticamente significativas (p< 0,001). A confiabilidade da escala para língua portuguesa foi avaliada através de três entrevistas. Duas avaliações foram realizadas independentemente por dois observadores O1 (T1) e O2 (A1), no mesmo dia (interobservador). Após um período máximo de 15 dias da primeira avaliação, uma segunda entrevista foi feita pelo observador O1 (T2). Na análise dos dados do diagnóstico de fragilidade interobservador, o Kappa foi de 0,81 (IC 0,61-1,00) e para o intra-observador, o Kappa foi de 0,83 (IC 0,72-0,94). O coeficiente de correlação intraclasse (CCI) do escore bruto de fragilidade foi de 0,87 no interobservador (IC 0,82-0,91, p< 0,001) e de 0,87 no intra-observador (IC 0,81-1,00, p< 0,001). Nas três aplicações da escala, a consistência interna (Alfa de Cronbach) dos 11 itens da EFS foi de T1 = 0,62, A1 = 0,62 e T2 = 0,54. Assim, pôde-se concluir que a versão adaptada da EFS para o português mostrou-se válida e confiável na amostra estudada. Sugerem-se mais estudos para verificar a sensibilidade da escala em idosos
Fetched live from OpenAlex and de-inverted. Abstracts are not stored in this database: the inverted indexes are 8.6 GB of the frame’s 9.3 GB of text, and the host has 13 GB free.
How this classification was reachedexpand
Full frame machine prediction
Teacher imitationNot calibrated prevalence, not ground truth. Human validation pending. The Gemma side is a direct model label for every work in the frame, read from the title-only record. The Codex side is a classifier learned from the 10,348 direct Codex labels and calibrated to design-weighted sample rates; fields without enough sample support carry no Codex call. Candidate is the union of the two sides; consensus is their intersection. These outputs are machine_predicted_unvalidated and are not human labels.
Distilled classifier scores by category (both heads)
| Category | Codex | Gemma |
|---|---|---|
| Metaresearch | 0.013 | 0.028 |
| Meta-epidemiology (narrow) | 0.000 | 0.000 |
| Meta-epidemiology (broad) | 0.001 | 0.002 |
| Bibliometrics | 0.003 | 0.002 |
| Science and technology studies | 0.001 | 0.002 |
| Scholarly communication | 0.002 | 0.001 |
| Open science | 0.001 | 0.002 |
| Research integrity | 0.001 | 0.001 |
| Insufficient payload (model declined to judge) | 0.002 | 0.000 |
Machine scores (provisional)
The two teacher heads of the student model, read on this work. A score orders the frame for review; it never asserts a category, and the validation status ships verbatim with every row.
Baseline scores from an immature model (maturity gate not passed, 7 training rounds). Scores rank; they never assert a category.
score_only:v0-immature-baseline · verbatim from the scoring run: score_only means the number may rank works, and no category label ships from itClassification
machine, unvalidatedMachine predicted; a candidate call from one source (direct Gemma or distilled Codex), not a consensus.
How this classification was reached, model by model and score by score, is at the end of the page under "How this classification was reached".