Ações do enfermeiro em urgência e emergência hospitalar, na perspectiva da prática interprofissional colaborativa
Bibliographic record
Abstract
Introdução: Nos serviços de urgência e emergência hospitalares, a complexidade das necessidades de saúde exige cada vez mais o trabalho colaborativo em equipes interprofissionais, sendo necessária a identificação das ações para a construção das competências específicas, comuns e colaborativas. Essa identificação clarifica os papéis e fortalece o trabalho colaborativo nas equipes de urgência e emergência. Objetivos: identificar as ações específicas, comuns e colaborativas dos enfermeiros em urgência e emergência hospitalar de um hospital público do Estado de São Paulo. Método: Pesquisa descritiva, exploratória e de abordagem qualitativa, que utilizou como categorias conceituais as competências, conforme a definição de Zarifian (2003); as competências complementares, comuns e colaborativas de Barr (1998); as competências para a prática interprofissional colaborativa, propostas pelo Canadian Interprofessional Health Collaborative (CIHC) de 2010, e a definição de equipe de referência e apoio matricial segundo Campos & Domitti (2007). Para a coleta de dados foram realizadas entrevistas individuais e semiestruturadas com os enfermeiros que atuam no Pronto-Socorro de um hospital público do estado de São Paulo. Para a análise do material proveniente das entrevistas foi utilizada a técnica de análise temática de Bardin (2011). Os dados das entrevistas foram analisados para identificação do conjunto de ações específicas, comuns e colaborativas. Resultados: Os achados revelam que os enfermeiros desempenham mais ações voltadas para a gestão e articulação do cuidado, comparando-se à prática centrada na família e no paciente, que ainda é pouco realizada pelos enfermeiros. A clarificação dos papéis e a importância do saber comum destaca que o enfermeiro reconhece o seu próprio papel, porém tem dificuldade em reconhecer os papéis dos demais profissionais da equipe. A comunicação é a principal ferramenta utilizada pelo enfermeiro dentro das ações específicas, comuns e colaborativas, e está mais relacionada à comunicação instrumental e tecnicista, ou seja, à passagem de informação entre profissionais, o que mostra a necessidade de uma comunicação mais ampla, com a troca de experiências, compartilhamento de informações, entendimento mútuo e a confiança entre os profissionais. A dinâmica do setor de urgência e emergência dificulta a realização de reuniões e encontros de equipe interprofissional de urgência e emergência, portanto se faz necessária a implantação de protocolos e fluxos de atendimento para o entendimento mútuo dos processos estabelecidos, o que facilitaria o trabalho interprofissional em equipe e em colaboração dentro do Pronto-Socorro. Conclusões: Espera-se que a identificação das ações possa levar à construção de um quadro de competências específicas, comuns e colaborativas para o enfermeiro em urgência e emergência, e clarifique o papel do enfermeiro no contexto das equipes interprofissionais, fortalecendo a colaboração e contribuindo para o desenvolvimento de novas práticas de saúde neste cenário.
Fetched live from OpenAlex and de-inverted. Abstracts are not stored in this database: the inverted indexes are 8.6 GB of the frame’s 9.3 GB of text, and the host has 13 GB free.
How this classification was reachedexpand
Full frame distilled prediction
Teacher imitationNot calibrated prevalence, not ground truth. Human validation pending. Learned from the 10,348 direct Codex labels and 10,348 direct Gemma labels. Candidate is the union of thresholded teacher heads; consensus is their intersection. These outputs are machine_predicted_unvalidated and are not human labels or direct frontier model labels.
Codex and Gemma teacher scores by category
| Category | Codex | Gemma |
|---|---|---|
| Metaresearch | 0.000 | 0.000 |
| Meta-epidemiology (narrow) | 0.001 | 0.001 |
| Meta-epidemiology (broad) | 0.001 | 0.001 |
| Bibliometrics | 0.000 | 0.000 |
| Science and technology studies | 0.001 | 0.001 |
| Scholarly communication | 0.001 | 0.002 |
| Open science | 0.002 | 0.001 |
| Research integrity | 0.000 | 0.001 |
| Insufficient payload (model declined to judge) | 0.008 | 0.001 |
Machine scores (provisional)
The two teacher heads of the student model, read on this work. A score orders the frame for review; it never asserts a category, and the validation status ships verbatim with every row.
Baseline scores from an immature model (maturity gate not passed, 7 training rounds). Scores rank; they never assert a category.
score_only:v0-immature-baseline · verbatim from the scoring run: score_only means the number may rank works, and no category label ships from itClassification
machine, unvalidatedMachine predicted; both teacher heads agree on what is shown here.
How this classification was reached, model by model and score by score, is at the end of the page under "How this classification was reached".