A fragilidade e sua relação com a mortalidade em idosos de uma comunidade brasileira
Bibliographic record
Abstract
A fragilidade é uma síndrome geriátrica de causa multifatorial e está associada ao declínio funcional, à dependência, a quedas recorrentes, a fraturas, à institucionalização, hospitalização e morte. O objetivo deste estudo foi analisar a evolução da fragilidade e sua relação com a mortalidade em idosos que vivem em uma comunidade brasileira, em um período médio de seguimento de 2055,5 (dp=86,4) dias. Trata-se de uma coorte, realizada em duas avaliações na cidade de Ribeirão Preto-SP, com uma amostra na primeira etapa em 2007/2008 de 515 idosos e na segunda com 262 idosos que viviam na comunidade de ambos os sexos e idade igual ou superior a 65 anos. Os dados foram coletados por meio de visitas domiciliares, utilizando-se os instrumentos de informação pessoal, perfil social, morbidades autorreferidas, Edmonton Frail Scale (EFS) e mortalidade. Os dados foram analisados por meio do Programa SPSS, onde foram realizadas as análises estatísticas. Utilizou-se análise univariada dos dados e para as variáveis qualitativas a distribuição de frequências absolutas(n) e relativas(%). Para as variáveis quantitativas, foram usados medidas de tendência central (média e mediana), dispersão (desvio-padrão); Teste t pareado, teste de qui-quadrado, teste de McNemar, teste de Wilcoxon, Coeficiente de correlação de Pearson, Exato de Fisher, Risco Relativo, análise de sobrevivência de Kaplan-Meier e Regressão de Cox. O projeto foi aprovado pelo Comitê de Ética da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo. Na primeira avaliação, em 2007/2008, participaram da pesquisa 515 idosos, sendo 67,4% do sexo feminino, média de idade de 75,37, sendo maior proporção de casados e média de 5,56 doenças. Em 2013, foram reavaliados 262 participantes, sendo maioria de mulheres com a média de idade de 79,31, maior proporção de viúvos e com média de doenças de 5,16. Quanto à evolução da fragilidade, houve um aumento significativo, durante o período de seguimento, com uma prevalência de fragilidade de 17,6%, em 2007/2008, e 50,4%, em 2013. Na análise dos itens da escala, percebeu-se uma diferença significativa entre as duas avaliações na função cognitiva, internação dos últimos 12 meses, descrição do estado de saúde, capacidade funcional, polifarmácia, incontinência urinária e desempenho funcional. Observou-se, ainda, uma correlação entre a escolaridade e o número de doenças e fragilidade, em que quanto menor a escolaridade, maior o escore de fragilidade. E quanto maior a evolução do número de doenças, maior o escore de fragilidade. Entre os idosos que faleceram, a maioria era do sexo feminino, com uma média de idade de 79,18 anos, maior percentagem de viúvos e 45,7% frágeis. O risco relativo de óbito foi significativamente maior entre os idosos mais velhos e entre aqueles que não tinham companheiro. Ao verificar a análise de sobrevivência, constatou-se ainda que a proporção de sobreviventes foi significativamente maior entre os idosos que tinham companheiro e entre aqueles não frágeis. E considerando o modelo de regressão de Cox, verificou-se que o grupo etário e a fragilidade foram preditores para o óbito. Portanto, reconhecer os fatores que contribuem para a evolução da fragilidade pode contribuir para a melhoria da qualidade de vida e, consequentemente, para uma maior sobrevida
Fetched live from OpenAlex and de-inverted. Abstracts are not stored in this database: the inverted indexes are 8.6 GB of the frame’s 9.3 GB of text, and the host has 13 GB free.
How this classification was reachedexpand
Full frame machine prediction
Teacher imitationNot calibrated prevalence, not ground truth. Human validation pending. The Gemma side is a direct model label for every work in the frame, read from the title-only record. The Codex side is a classifier learned from the 10,348 direct Codex labels and calibrated to design-weighted sample rates; fields without enough sample support carry no Codex call. Candidate is the union of the two sides; consensus is their intersection. These outputs are machine_predicted_unvalidated and are not human labels.
Distilled classifier scores by category (both heads)
| Category | Codex | Gemma |
|---|---|---|
| Metaresearch | 0.001 | 0.003 |
| Meta-epidemiology (narrow) | 0.000 | 0.000 |
| Meta-epidemiology (broad) | 0.000 | 0.001 |
| Bibliometrics | 0.002 | 0.002 |
| Science and technology studies | 0.001 | 0.001 |
| Scholarly communication | 0.001 | 0.000 |
| Open science | 0.000 | 0.001 |
| Research integrity | 0.000 | 0.000 |
| Insufficient payload (model declined to judge) | 0.002 | 0.000 |
Machine scores (provisional)
The two teacher heads of the student model, read on this work. A score orders the frame for review; it never asserts a category, and the validation status ships verbatim with every row.
Baseline scores from an immature model (maturity gate not passed, 7 training rounds). Scores rank; they never assert a category.
score_only:v0-immature-baseline · verbatim from the scoring run: score_only means the number may rank works, and no category label ships from itClassification
machine, unvalidatedMachine predicted; a candidate call from one source (direct Gemma or distilled Codex), not a consensus.
How this classification was reached, model by model and score by score, is at the end of the page under "How this classification was reached".