Petrogenesis of the Juína kimberlite field (MT): geodynamic implications and subsidies for exploratory models
Bibliographic record
Abstract
Este estudo visa avançar o conhecimento sobre as intrusões kimberlíticas de Juína e o manto litosférico subjacente, além de explorar a relação geotectônica regional. Amostras de testemunhos de sondagem e minerais indicadores de kimberlito (MIK), como granada piropo, espinélio cromífero, ilmenita magnesiana, diopsídio cromífero, flogopita e zircão, foram analisadas. Adicionalmente, comparamos zircões mantélicos de Juína com duas outras áreas kimberlíticas produtoras de diamantes no Brasil: Paranatinga, no Cráton Amazônico, e a Província Ígnea do Alto Paranaíba (APIP), no sudeste do Cráton São Francisco. As concentrações de elementos maiores e menores de MIK foram medidas in situ com uma microssonda eletrônica no Instituto de Geociências da Universidade de São Paulo, enquanto as concentrações de elementos-traço foram obtidas por LA-ICP-MS no Arctic Resources Laboratory da Universidade de Alberta. A composição isotópica de U-Th-Pb em zircões foi determinada utilizando LA-SC-SF-ICP-MS no mesmo laboratório, e as análises dos isótopos Lu-Yb-Hf e oxigênio (18O, 16O) foram realizadas com uma microssonda iônica no Canadian Centre for Isotopic Microanalysis, Universidade de Alberta. Com base nas características petrográficas e composições minerais, os pipes de Juína foram interpretados como kimberlitos arquetípicos com estilos de colocação piroclásticos, preenchidos com kimberlito vulcanoclástico ressedimentado e kimberlito piroclástico do tipo Kimberley. A composição e a textura das fases magmáticas sugerem cristalização a partir de magmas kimberlíticos sensu stricto. A presença de granadas eclogíticas com alto teor de Na e a ausência de granadas G10 com alto teor de Cr e baixo teor de Ca sugerem a presença de diamantes eclogíticos entre as populações de diamantes litosféricos de Juína. Os teores de Zr e Y e as razões Ti/Eu e Zr/Hf nas granadas peridotíticas, e os teores de Zr e as razões Ca/Al, LaN/YbN, Ti/Eu e Zr/Hf nos clinopiroxênios indicam uma forte conexão com metasomatismo do manto relacionado a melts kimberlíticos. Os zircões analisados apresentam padrões de REEN relativamente uniformes, sendo empobrecidos em LREE e enriquecidos em HREE, com anomalias positivas de Ce variáveis, mas sem anomalias discerníveis de Eu. Aplicando o termômetro de Ti em zircão recentemente revisado, obteve-se temperaturas médias de cristalização de 860 ± 137 oC, 900 ± 34 oC e 1165 ± 147 oC para os zircões de Juína, Paranatinga e APIP, respectivamente. As idades U-Pb revelam quatro picos principais de magmatismo kimberlítico: ~78 e 86 Ma na APIP, 92 Ma em Juína e 122 Ma em Paranatinga. Os valores de Hf variam de +4,2 a +9,3 para Juína, +4,7 a +6,2 para Paranatinga e -11,0 a 0,0 para APIP. Valores médios de 18O são similares para zircões de Juína e Paranatinga, mas mais baixos que aqueles da APIP. As composições isotópicas de Hf indicam que os zircões de Juína e Paranatinga são consistentes com kimberlitos primitivos, enquanto os zircões de APIP exibem características de kimberlitos anômalos, sugerindo uma fonte de reservatórios mantélicos contaminados. O contraste nos valores médios de 18O entre os crátons Amazônico e São Francisco sugere reservatórios mantélicos distintos ou diferentes graus de interação com o manto litosférico subcontinental isotopicamente heterogêneo.
Fetched live from OpenAlex and de-inverted. Abstracts are not stored in this database: the inverted indexes are 8.6 GB of the frame’s 9.3 GB of text, and the host has 13 GB free.
How this classification was reachedexpand
Full frame machine prediction
Teacher imitationNot calibrated prevalence, not ground truth. Human validation pending. The Gemma side is a direct model label for every work in the frame, read from the title-only record. The Codex side is a classifier learned from the 10,348 direct Codex labels and calibrated to design-weighted sample rates; fields without enough sample support carry no Codex call. Candidate is the union of the two sides; consensus is their intersection. These outputs are machine_predicted_unvalidated and are not human labels.
Distilled classifier scores by category (both heads)
| Category | Codex | Gemma |
|---|---|---|
| Metaresearch | 0.000 | 0.001 |
| Meta-epidemiology (narrow) | 0.000 | 0.000 |
| Meta-epidemiology (broad) | 0.000 | 0.000 |
| Bibliometrics | 0.000 | 0.001 |
| Science and technology studies | 0.001 | 0.001 |
| Scholarly communication | 0.001 | 0.001 |
| Open science | 0.001 | 0.001 |
| Research integrity | 0.001 | 0.000 |
| Insufficient payload (model declined to judge) | 0.002 | 0.000 |
Machine scores (provisional)
The two teacher heads of the student model, read on this work. A score orders the frame for review; it never asserts a category, and the validation status ships verbatim with every row.
Baseline scores from an immature model (maturity gate not passed, 7 training rounds). Scores rank; they never assert a category.
score_only:v0-immature-baseline · verbatim from the scoring run: score_only means the number may rank works, and no category label ships from itClassification
machine, unvalidatedMachine predicted; a candidate call from one source (direct Gemma or distilled Codex), not a consensus.
How this classification was reached, model by model and score by score, is at the end of the page under "How this classification was reached".