A palavra encantatória de La Sagouine de Antonine Maillet.
Bibliographic record
Abstract
Nosso artigo visa apresentar uma leitura do monólogo La Sagouine, da escritora de origem acadiana Antonine Maillet, nascida em Bouctouche, na província do Novo Brunswick. Publicado em 1971, esse texto projetou a autora no cenário literário internacional alguns anos antes do Prix Goncourt, em 1979, com o romance Pélagiela-Charrette. Para Lise Gauvin a montagem de La Sagouine no teatro do Rideau Vert causou o mesmo choque na cena teatral montrealense que, num registro diferente, Les Belles-Soeurs, de Michel Tremblay alguns anos antes (LORD, 2010, p. 13-14). Em 2006, a Radio Canada exibiu a adaptação para a televisão dirigida por Phil Comeau no Pays de la Sagouine, misto de parque temático e de centro cultural situado em Bouctouche, que contou com a participação de Viola Léger, a atriz que encarnou a personagem ao longo de quatro décadas nos palcos. Vamos ressaltar a importância dessa obra que possui uma fortuna crítica considerável. Sua recepção dividiu a crítica em dois campos: de um lado, o texto foi visto como uma manifestação de revolta e uma denúncia contra as injustiças sociais, de outro, a autora foi acusada de veicular uma visão conformista e fatalista da sociedade acadiana. Finalmente, vamos analisar o já antológico monólogo sobre o censo, no qual a definição da identidade acadiana aparece como a negação de diversos outros pertencimentos identitários (francês, canadense, americano, quebequense), terminando por catalogar os acadianos, esses eternos desenraizados das Américas, juntamente com os índios.
Fetched live from OpenAlex and de-inverted. Abstracts are not stored in this database: the inverted indexes are 8.6 GB of the frame’s 9.3 GB of text, and the host has 13 GB free.
How this classification was reachedexpand
Full frame machine prediction
Teacher imitationNot calibrated prevalence, not ground truth. Human validation pending. The Gemma side is a direct model label for every work in the frame, read from the title-only record. The Codex side is a classifier learned from the 10,348 direct Codex labels and calibrated to design-weighted sample rates; fields without enough sample support carry no Codex call. Candidate is the union of the two sides; consensus is their intersection. These outputs are machine_predicted_unvalidated and are not human labels.
Distilled classifier scores by category (both heads)
| Category | Codex | Gemma |
|---|---|---|
| Metaresearch | 0.001 | 0.002 |
| Meta-epidemiology (narrow) | 0.001 | 0.000 |
| Meta-epidemiology (broad) | 0.000 | 0.000 |
| Bibliometrics | 0.001 | 0.001 |
| Science and technology studies | 0.008 | 0.005 |
| Scholarly communication | 0.004 | 0.003 |
| Open science | 0.001 | 0.003 |
| Research integrity | 0.002 | 0.003 |
| Insufficient payload (model declined to judge) | 0.022 | 0.006 |
Machine scores (provisional)
The two teacher heads of the student model, read on this work. A score orders the frame for review; it never asserts a category, and the validation status ships verbatim with every row.
Baseline scores from an immature model (maturity gate not passed, 7 training rounds). Scores rank; they never assert a category.
score_only:v0-immature-baseline · verbatim from the scoring run: score_only means the number may rank works, and no category label ships from itClassification
machine, unvalidatedMachine predicted; a candidate call from one source (direct Gemma or distilled Codex), not a consensus.
How this classification was reached, model by model and score by score, is at the end of the page under "How this classification was reached".