SIGNIFICANDO PRÁTICAS E COMPORTAMENTOS ALIMENTARES ATÍPICOS COMO ELEMENTOS PROMOTORES DO PROCESSO DE RESILIÊNCIA FAMILIAR
Bibliographic record
Abstract
RESUMO Objetivo: compreender as Práticas e Comportamentos Alimentares Atípicos como elementos do processo de Resiliência de Famílias com Crianças com Transtorno do Espectro Autista. Método: pesquisa qualitativa do tipo estudo de casos múltiplos. Participaram 25 famílias de cinco estados brasileiros. Os dados foram coletados entre junho de 2021 a agosto de 2022, mediante entrevistas online. Utilizou-se a estratégia analítica geral, tratando seus dados a partir do zero, e a técnica analítica da síntese de casos cruzados. A análise possibilitou a abstração de uma explicação geral teórica. Resultados: emergiram as categorias teóricas: Práticas e Comportamentos Alimentares Atípicos; Percepções sobre as práticas e Estratégias. Dar significado às Práticas e Comportamentos Alimentares Atípicos como elementos do processo de resiliência familiar, é entender que quando a família reconhece e investe nos processos-chave, os compartilham interna e externamente, passam a normalizar as necessidades dos filhos quanto às Práticas e Comportamentos Alimentares. Revelam não limitar o potencial à condição, promovendo o desenvolvimento integral da criança. Identifica-se a autonomia da criança, a organização para um apoio significativo, a fim de promover mudanças e estratégias nas atividades diárias relacionadas à alimentação incluindo a criança. Conclusão: as famílias buscam reconhecer suas crenças, organização e comunicação em relação à alimentação de seus filhos, perscrutam meios para fortalecer o funcionamento e resiliência familiar. A estrutura teórica desenvolvida neste estudo pode ser modificada, no entanto, uma vez validada, poderá ser utilizada por profissionais que atuam na prática clínica com as famílias e no desenvolvimento de intervenções voltadas para a promoção dos processos de resiliência familiar.
Fetched live from OpenAlex and de-inverted. Abstracts are not stored in this database: the inverted indexes are 8.6 GB of the frame’s 9.3 GB of text, and the host has 13 GB free.
How this classification was reachedexpand
Full frame machine prediction
Teacher imitationNot calibrated prevalence, not ground truth. Human validation pending. The Gemma side is a direct model label for every work in the frame, read from the title-only record. The Codex side is a classifier learned from the 10,348 direct Codex labels and calibrated to design-weighted sample rates; fields without enough sample support carry no Codex call. Candidate is the union of the two sides; consensus is their intersection. These outputs are machine_predicted_unvalidated and are not human labels.
Distilled classifier scores by category (both heads)
| Category | Codex | Gemma |
|---|---|---|
| Metaresearch | 0.003 | 0.009 |
| Meta-epidemiology (narrow) | 0.000 | 0.000 |
| Meta-epidemiology (broad) | 0.000 | 0.001 |
| Bibliometrics | 0.001 | 0.001 |
| Science and technology studies | 0.002 | 0.002 |
| Scholarly communication | 0.002 | 0.002 |
| Open science | 0.001 | 0.002 |
| Research integrity | 0.001 | 0.001 |
| Insufficient payload (model declined to judge) | 0.007 | 0.000 |
Machine scores (provisional)
The two teacher heads of the student model, read on this work. A score orders the frame for review; it never asserts a category, and the validation status ships verbatim with every row.
Baseline scores from an immature model (maturity gate not passed, 7 training rounds). Scores rank; they never assert a category.
score_only:v0-immature-baseline · verbatim from the scoring run: score_only means the number may rank works, and no category label ships from itClassification
machine, unvalidatedMachine predicted; a candidate call from one source (direct Gemma or distilled Codex), not a consensus.
How this classification was reached, model by model and score by score, is at the end of the page under "How this classification was reached".