Comprensiones de jóvenes universitários sobre la violencia : mediante el mirar de La Corporeidad, de la Vulnerabilidad y del cuidado
Bibliographic record
Abstract
Neste estudo, de vertente qualitativa,a pesquisa vincula-se à Linha de pesquisa Cuidado de enfermagem na saúde da mulher, criança, adolescente e família e ao Grupo de Estudos do Cuidado à Saúde nas Etapas da Vida (CEVIDA) do Programa de Pós-Graduação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. O objetivo foi entender de que modo a violência é compreendida pelos jovens em seu vivido e as repercussões desse fenômeno em sua corporeidade, na perspectiva da vulnerabilidade; conhecer as vivências que os jovens universitários do Curso de Graduação em Enfermagem possuem e quais suas expectativas enquanto futuros cuidadores frente à violência. Os participantes foram 21 jovens, com idade entre 17 e 23 anos, acadêmicos de enfermagem de uma Universidade localizada em um município do Oeste Catarinense. Para a produção das informações foram utilizadas duas estratégias: construção do Genograma e Ecomapa, componentes do Modelo Calgary de Avaliação da Família de cada jovem e realização de Dinâmicas de Criatividade e Sensibilidade (DCS), preconizadas pelo Método Criativo e Sensível. A Pesquisa foi aprovada pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Universidade Federal do Rio Grande do Sul CAAE: 02870012.8.0000.5347. As informações foram interpretadas à luz da hermenêutica proposta por Paul Ricoeur, tendo como suporte os referenciais da vulnerabilidade e da corporeidade e delas emergiram cinco temas: desvelando as compreensões dos jovens sobre a violência a partir do discurso falado e escrito; repercussões da violência na corporeidade do jovem; formação profissional: percepções da violência; processo de cuidado em saúde – situações de violência percebida; expectativas e propostas dos jovens para a construção de uma cultura de paz. Os jovens compreendem que a violência faz parte do seu existir, está presente na família, na escola, nas ruas, nos espaços de lazer, no descaso do poder público, na corrupção. Definem a violência como um obstáculo em seus projetos de felicidade, um fenômeno que abala a sua corporeidade, provocando um vazio e deixando a vida sem cor, modificando seu modo de ser no mundo e na relação com o outro, condição agravada pela naturalização da violência no cenário atual.Na formação profissional reconhecem a violência simbólica, presente nas relações de autoridade entre docentes e discentes, e nas relações conflituosas entre profissionais dos serviços de saúde e acadêmicos. No processo de cuidado identificam, às vezes, a violência nas ações, de alguns profissionais de saúde, manifestada na falta de paciência, na negligencia em cumprir com algumas obrigações e na pouca atenção dispensada ao outro. Entendem que podem ser perpetradores da violência ao negligenciar o cuidado pela falta de habilidade técnica e dificuldade em visualizar o ser humano na sua integralidade. As expectativas dos jovens frente à violência estão relacionadas à possibilidade de realizarem mudanças em suas atitudes, controlando seus sentimentos de raiva, e na ação dos profissionais de saúde, especialmente do enfermeiro, no sentido de ajudar os jovens a serem construtores de uma cultura de paz na relação com o outro e no processo de cuidar em saúde. Acredita-se que a pesquisa revelou elementos importantes aos profissionais de saúde, em especial ao enfermeiro, para pensar a violência que co-habita o existir dos jovens; revelou informações essenciais para entender o jovem como corporeidade, como um ser que pode vivenciar situações de vulnerabilidade à violência nas dimensões individual, social e programática, que precisa ser e sentir-se cuidado pela família, pela sociedade, pelos profissionais de saúde, pelos professores, pois está se construindo enquanto um ser de cuidado; e ofereceu subsídios para repensar a prática do cuidado ao jovem nos diferentes cenário de saúde e educação.
Fetched live from OpenAlex and de-inverted. Abstracts are not stored in this database: the inverted indexes are 8.6 GB of the frame’s 9.3 GB of text, and the host has 13 GB free.
How this classification was reachedexpand
Full frame machine prediction
Teacher imitationNot calibrated prevalence, not ground truth. Human validation pending. The Gemma side is a direct model label for every work in the frame, read from the title-only record. The Codex side is a classifier learned from the 10,348 direct Codex labels and calibrated to design-weighted sample rates; fields without enough sample support carry no Codex call. Candidate is the union of the two sides; consensus is their intersection. These outputs are machine_predicted_unvalidated and are not human labels.
Distilled classifier scores by category (both heads)
| Category | Codex | Gemma |
|---|---|---|
| Metaresearch | 0.006 | 0.023 |
| Meta-epidemiology (narrow) | 0.001 | 0.000 |
| Meta-epidemiology (broad) | 0.001 | 0.001 |
| Bibliometrics | 0.004 | 0.006 |
| Science and technology studies | 0.002 | 0.001 |
| Scholarly communication | 0.004 | 0.003 |
| Open science | 0.001 | 0.004 |
| Research integrity | 0.001 | 0.001 |
| Insufficient payload (model declined to judge) | 0.004 | 0.000 |
Machine scores (provisional)
The two teacher heads of the student model, read on this work. A score orders the frame for review; it never asserts a category, and the validation status ships verbatim with every row.
Baseline scores from an immature model (maturity gate not passed, 7 training rounds). Scores rank; they never assert a category.
score_only:v0-immature-baseline · verbatim from the scoring run: score_only means the number may rank works, and no category label ships from itClassification
machine, unvalidatedMachine predicted; a candidate call from one source (direct Gemma or distilled Codex), not a consensus.
How this classification was reached, model by model and score by score, is at the end of the page under "How this classification was reached".