Impacto da fragilidade em desfechos clínicos, funcionais e fisiológicos de indivíduos com doença cardiorrespiratória crônica
Bibliographic record
Abstract
Introdução: Sugere-se que a fragilidade e as doenças cardiorrespiratórias crônicas (DCRC), sobretudo a insuficiência cardíaca (IC), apresentam fisiopatologia comum, explicada pela hipótese de um distúrbio circulatório que prejudica a utilização de oxigênio pelos músculos esqueléticos, limitando o desempenho físico-funcional. Porém, pouco se sabe sobre a influência da fragilidade na função endotelial e oxigenação tecidual. Objetivo: Estudo 1: analisar o impacto da fragilidade nos desfechos clínicos e funcionais de indivíduos com doenças cardiorrespiratórias crônicas; Estudo 2: analisar a influência da fragilidade sobre a função endotelial e a oxigenação muscular em idosos com ou sem IC. Métodos: Estudo 1: revisão sistemática de estudos que investigaram a relação da fragilidade com: desempenho funcional, qualidade de vida, mortalidade e hospitalização nas DCRC. Estudo 2: estudo com abordagem quantitativa descritiva comparativa, com caráter transversal. Foram inclusos indivíduos com idade ≥60 anos, com ou sem IC, submetidos aos procedimentos de avaliação: antropométrica, da fragilidade (fenótipo) e, por meio da espectroscopia no infravermelho próximo (NIRS), da função endotelial (slope 1, StO2 mínima, AUC da StO2, slope 2, StO2 pico, overshoot, ΔStO2 do nadir_pico e Δtempo nadir_pico) e da oxigenação muscular em repouso (StO2 e deoxi-hemoglobina de repouso) e durante exercício (preensão palmar) (StO2 mínima e deoxi-hemoglobina máxima). Análise estatística: Estudo 1: A qualidade dos estudos inclusos foi avaliada pela Newcastle-Ottawa Scale. Os participantes foram alocados em dois grupos: frágeis e não frágeis. A análise estatística (meta-análise) foi realizada pelo Review Manager (RevMan, versão 5.3). Estudo 2: As análises estatísticas foram realizadas utilizando o software SPSS, versão 20.0. Os resultados foram agrupados de acordo com o fenótipo: robusto, pré-frágil e frágil. Os dados quantitativos foram comparados utilizando análise de variância (ANOVA) de dois fatores, com teste post hoc de Bonferroni, para determinar se há influência da presença de fragilidade ou de IC na função endotelial e oxigenação muscular. Foi considerado significativo um valor de p<0,05. Resultados: Estudo 1: 2.714 estudos foram encontrados. Destes, 61 estudos foram incluídos na análise qualitativa e 49 na meta-análise. A qualidade dos estudos foi considerada boa. Dos indivíduos com DCRC, 42% eram frágeis. Entre os frágeis, a chance de morte aumentou em quase quatro vezes (OR 3.90 [3.03, 5.02]; p < 0.00001), a chance de pior desemenho físico foi quase 15 vezes maior (OR 14.94 [8.16, 27.34]; p < 0.00001), a chance de reinternações hospitalares em um ano foi duas vezes maior (OR 2.06 [1.58, 2.69]; p = 0.007) e a qualidade de vida foi pior entre os frágeis. Estudo 2: Participaram 55 idosos (61,8% eram mulheres e 28 idosos apresentavam IC) com idade média de 70,4±7,2 anos. Em relação a fragilidade, 32,7% eram robustos, 43,3% eram pré-frágeis e 23,6% eram frágeis. Houve influência da fragilidade na taxa de reperfusão (p<0,05 no Slope 2 e ΔStO2 do nadir_pico) e maior dessaturação durante a oclusão (p<0,05 na AUC) no grupo com IC. Ainda, identificou-se que a presença da fragilidade ou de IC não influencia a oxigenação muscular no repouso e no exercício (p>0,05). Conclusão: Estudo 1: Indivíduos frágeis com DCRC apresentam pior desempenho funcional, pior qualidade de vida e maiores chances de morte e reinternação. Estudo 2: A coexistência de fragilidade e IC prejudica a função endotelial, mas parece não influenciar a oxigenação muscular em repouso e durante o exercício.
Fetched live from OpenAlex and de-inverted. Abstracts are not stored in this database: the inverted indexes are 8.6 GB of the frame’s 9.3 GB of text, and the host has 13 GB free.
How this classification was reachedexpand
Full frame machine prediction
Teacher imitationNot calibrated prevalence, not ground truth. Human validation pending. The Gemma side is a direct model label for every work in the frame, read from the title-only record. The Codex side is a classifier learned from the 10,348 direct Codex labels and calibrated to design-weighted sample rates; fields without enough sample support carry no Codex call. Candidate is the union of the two sides; consensus is their intersection. These outputs are machine_predicted_unvalidated and are not human labels.
Distilled classifier scores by category (both heads)
| Category | Codex | Gemma |
|---|---|---|
| Metaresearch | 0.002 | 0.005 |
| Meta-epidemiology (narrow) | 0.000 | 0.000 |
| Meta-epidemiology (broad) | 0.001 | 0.001 |
| Bibliometrics | 0.002 | 0.001 |
| Science and technology studies | 0.001 | 0.001 |
| Scholarly communication | 0.001 | 0.001 |
| Open science | 0.001 | 0.001 |
| Research integrity | 0.001 | 0.001 |
| Insufficient payload (model declined to judge) | 0.003 | 0.000 |
Machine scores (provisional)
The two teacher heads of the student model, read on this work. A score orders the frame for review; it never asserts a category, and the validation status ships verbatim with every row.
Baseline scores from an immature model (maturity gate not passed, 7 training rounds). Scores rank; they never assert a category.
score_only:v0-immature-baseline · verbatim from the scoring run: score_only means the number may rank works, and no category label ships from itClassification
machine, unvalidatedMachine predicted; a candidate call from one source (direct Gemma or distilled Codex), not a consensus.
How this classification was reached, model by model and score by score, is at the end of the page under "How this classification was reached".