Primeiro como farsa, depois como tragédia : a construção da imagem do MBL em contraposição à alteridade
Bibliographic record
Abstract
Resumo: Este trabalho tem como objetivo estudar a ascensão de um grupo neoliberal no Brasil a partir de 214, o MBL, que se autodefine baseando-se na alteridade com a oposição, ou seja, define-se por meio do Outro A pesquisa é feita com base na análise de 18 vídeos do movimento, publicados em seu canal do YouTube, no período de novembro de 214 a agosto de 216 (golpe) São analisados trechos destes vídeos nos quais a relação com o Outro, que toma a forma da esquerda brasileira e principalmente do PT, fica presente Como base teórica, são utilizados autores que discutem questões como neoliberalismo, redes sociais e política atual, são eles: Naomi Klein, Noam Chomsky, Dardot e Laval, Wolfgang Streeck e Philip Oxhorn, além de autores que analisam todo esse processo histórico que leva à contemporaneidade e a questão do Outro na contemporaneidade – sejam eles da escola de Frankfurt, como Herbert Marcuse, que serve de linha condutora para o trabalho, ou mais contemporâneos, como Edward Said e Achille Mbembe São abordadas, portanto, questões como as relações dentro do neoliberalismo, o nacionalismo, a doutrina do choque e a crise do capitalismo O trabalho é dividido em 3 capítulos: o primeiro trata de questões relacionadas ao neoliberalismo; o segundo, da metodologia de análise e dos 18 vídeos escolhidos; por fim, o último capítulo é o elo entre a definição de Outro e a abordagem deste pelo MBL Aprofundando o estudo sobre o objeto e todas estas questões propostas, chega-se à conclusão de como a definição do MBL se dá por meio da diferença em relação ao Outro, o antipetismo, o antilulismo e as falas nacionalistas
Fetched live from OpenAlex and de-inverted. Abstracts are not stored in this database: the inverted indexes are 8.6 GB of the frame’s 9.3 GB of text, and the host has 13 GB free.
How this classification was reachedexpand
Full frame machine prediction
Teacher imitationNot calibrated prevalence, not ground truth. Human validation pending. The Gemma side is a direct model label for every work in the frame, read from the title-only record. The Codex side is a classifier learned from the 10,348 direct Codex labels and calibrated to design-weighted sample rates; fields without enough sample support carry no Codex call. Candidate is the union of the two sides; consensus is their intersection. These outputs are machine_predicted_unvalidated and are not human labels.
Distilled classifier scores by category (both heads)
| Category | Codex | Gemma |
|---|---|---|
| Metaresearch | 0.002 | 0.005 |
| Meta-epidemiology (narrow) | 0.000 | 0.000 |
| Meta-epidemiology (broad) | 0.000 | 0.000 |
| Bibliometrics | 0.002 | 0.002 |
| Science and technology studies | 0.007 | 0.019 |
| Scholarly communication | 0.009 | 0.006 |
| Open science | 0.001 | 0.005 |
| Research integrity | 0.001 | 0.002 |
| Insufficient payload (model declined to judge) | 0.011 | 0.001 |
Machine scores (provisional)
The two teacher heads of the student model, read on this work. A score orders the frame for review; it never asserts a category, and the validation status ships verbatim with every row.
Baseline scores from an immature model (maturity gate not passed, 7 training rounds). Scores rank; they never assert a category.
score_only:v0-immature-baseline · verbatim from the scoring run: score_only means the number may rank works, and no category label ships from itClassification
machine, unvalidatedMachine predicted; a candidate call from one source (direct Gemma or distilled Codex), not a consensus.
How this classification was reached, model by model and score by score, is at the end of the page under "How this classification was reached".