A View of Anthropology from the Canadian Semi-Periphery
Bibliographic record
Abstract
Este artigo compara a antropologia canadense, em particular a da Columbia Britânica, e a brasileira, com o objetivo de analisar o modo como elas se relacionam com as atuais lutas políticas dos povos indígenas nestes contextos. Começo argumentando que, apesar de um posicionamento semiperiférico do Canadá em relação aos Estados Unidos e a outros centros de teorização acadêmica e treinamento de professores e pesquisadores, há uma história distinta da prática da antropologia na Colúmbia Britânica, baseada em uma abordagem dialógica e situada localmente. Os antropólogos brasileiros e da Colúmbia Britânica têm em comum o fato de já terem passado pelos estudos sobre aculturação, etnicidade e fricção interétnica para novas e mais recentes abordagens, onde enfatizarei os fatores que as influenciaram e deram forma. Usando exemplos do meu próprio Departamento de Antropologia na Universidade da Colúmbia Britânica e minha própria prática, aponto para diferenças significativas na posição política dos indígenas nos dois países, e nos sistemas jurídicos nacionais para, consequentemente, indicar como os antropólogos trabalham com os indígenas e teorizam sobre suas interações. O papel dos antropólogos como peritos em litígios indígenas é estruturado de maneira diferente no Brasil e na Colúmbia Britânica, possibilitando uma conexão profunda e de longo prazo entre antropólogos e povos indígenas. Observo que a antropologia sociocultural na Colúmbia Britânica, ao contrário do Brasil, está ligada à arqueologia e à antropologia biológica no trabalho com os indígenas, o que molda as questões de interação e pesquisa.
Fetched live from OpenAlex and de-inverted. Abstracts are not stored in this database: the inverted indexes are 8.6 GB of the frame’s 9.3 GB of text, and the host has 13 GB free.
How this classification was reachedexpand
Full frame machine prediction
Teacher imitationNot calibrated prevalence, not ground truth. Human validation pending. The Gemma side is a direct model label for every work in the frame, read from the title-only record. The Codex side is a classifier learned from the 10,348 direct Codex labels and calibrated to design-weighted sample rates; fields without enough sample support carry no Codex call. Candidate is the union of the two sides; consensus is their intersection. These outputs are machine_predicted_unvalidated and are not human labels.
Distilled classifier scores by category (both heads)
| Category | Codex | Gemma |
|---|---|---|
| Metaresearch | 0.002 | 0.002 |
| Meta-epidemiology (narrow) | 0.001 | 0.000 |
| Meta-epidemiology (broad) | 0.000 | 0.000 |
| Bibliometrics | 0.004 | 0.006 |
| Science and technology studies | 0.027 | 0.041 |
| Scholarly communication | 0.013 | 0.003 |
| Open science | 0.002 | 0.005 |
| Research integrity | 0.002 | 0.003 |
| Insufficient payload (model declined to judge) | 0.010 | 0.001 |
Machine scores (provisional)
The two teacher heads of the student model, read on this work. A score orders the frame for review; it never asserts a category, and the validation status ships verbatim with every row.
Baseline scores from an immature model (maturity gate not passed, 7 training rounds). Scores rank; they never assert a category.
score_only:v0-immature-baseline · verbatim from the scoring run: score_only means the number may rank works, and no category label ships from itClassification
machine, unvalidatedMachine predicted; a candidate call from one source (direct Gemma or distilled Codex), not a consensus.
How this classification was reached, model by model and score by score, is at the end of the page under "How this classification was reached".