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Enregistrement W1969746167 · doi:10.5380/abpr.v35i0.7510

Atividade larvicida do extrato etanólico bruto da casca do caule de Magonia pubescens St. Hil. sobre Culex quinquefasciatus Say (Diptera, Culicidae)

2006· article· pt· W1969746167 sur OpenAlexaff
Valéria de Oliveira Mendes Zanon, Heloísa Helena Garcia da Silva, Regina M. Geris dos Santos, Ionizete Garcia da Silva

Notice bibliographique

RevueActa Biológica Paranaense · 2006
Typearticle
Languept
DomaineMedicine
ThématiqueParasitic Diseases Research and Treatment
Établissements canadiensCytodiagnostics (Canada)
Organismes subventionnairesnon disponible
Mots-clésCulex quinquefasciatusBiologyHumanitiesBotanyPhilosophyLarvaAedes aegypti

Résumé

récupéré en direct d'OpenAlex

Culex quinquefasciatus Say é a espécie mais importante natransmissão da Wuchereria bancrofti nas áreas em que esse nematóide apresenta periodicidade noturna. Apresenta distribuição trópicocosmopolita, sendo acentuadamente antropofílico, com comportamento altamente sinantrópico e endofílico, com hábitos hematofágicos noturnos, principalmente nas horas mais avançadas, coincidindo com o período de maior microfilaremia do helminto. Esse mosquito tornou-se o mais conhecido do ser humano, fundamentalmente por atacar e perturbar o seu repouso noturno (CONSOLIN & OLIVEIRA , 1994; FORATINI et al., 2000).No Brasil, o Cx. quinquefasciatus está muito bem adaptado aomeio urbano, desenvolvendo-se em criadouros naturais e artificiais, desde a água límpida até extremamente poluída, tornando-se uma praga urbana, apresentando maior densidade onde não há infraestrutura de saneamento básico. Nas áreas com focos de transmissão, vários métodos têm sido integrados para o controle do mosquito e da filariose bancroftiana, como métodos químicos, físicos e microbiológicos (SCAFF & GUEIROS, 1968; FRAIHA-NETO, 1993; CALHEIROS et al., 1998; FONTES et al., 1994). A filariose bancroftiana é também conhecida por elefantíase e constitui-se num sério problema de saúde na Ásia, África e nas Américas. Nessas áreas, estima-se que cerca de 120 milhões de pessoas estejam infectadas pela W. bancrofti. Esse Nematoda vive nos linfonodos e vasos linfáticos, causando obstrução e extravasamento de linfa, sendo responsável pelas manifestações clínicas mais graves de membros inferiores e da bolsa escrotal com edema linfático e queratinização cutânea (WHO, 1992 e 1994). A bancroftose no Brasil apresenta uma distribuição urbana, localizada, principalmente nas cidades litorâneas. Na década de 50, essa parasitose distribuía-se em oito estados (Alagoas, Amazonas, Bahia, Maranhão, Pará, Pernambuco, Rio Grande do Sul, Santa Catarina). Após essa década, em função das medidas de controle utilizadas contra o vetor e tratamento dos microfilarêmicos, inquéritos mostram que a prevalência persiste nas regiões Norte e Nordeste, nas cidades de Belém, Maceió e Recife (FONTES et al.,2005; DREYER & COELHO, 1997; ROCHA et al., 2000). Os inquéritos sobre a bancroftose são localizados, por isso coloca em dúvidas as áreas consideradas atualmente indenes, nos estados do Amazonas, Bahia, Maranhão, Santa Catarina e Rio Grande do Sul (VIEIRA & COELHO, 1998). Contudo estudos recentes, através do índice de infestação larvária do C. quinquefasciatus e pela microfilaremia sangüínea, evidenciaram situação mais problemática na cidade de Recife, com aumento da endemia (DREYER & MEDEIROS, 1990; MACIEL et al., 1996 e 1999; ROCHA et al., 2000, 1998; VIEIRA & COELHO, 1998). As ações de controle do C. quinquefasciatus são realizadas com inseticidas químicos, microbiológicos e manejo ambiental, apenas nos focos de transmissão. Com o aparecimento da resistência do mosquito a esses produtos (FAILLOUX et al., 1994; WIRTH et al., 1998), o controle da bancroftose tem sido centrado no diagnóstico, tratamento de microfilarêmicos e na conscientização sanitária da população (SCAFF & GUEIROS, 1968; DREYER & DREYER, 2000; VIEIRA & COELHO, 1998).Inseticidas de origem botânica têm sido investigados comoalternativa para controle do C. quinquefasciatus. Assim, CHAHAD &BOOF (1994) mostraram atividade larvicida de extratos de pimenta preta sobre o quarto estádio desse mosquito. A Azadirachta indica tem sido estudada por diversos autores, que demonstraram potencialidade dessa planta como larvicida para o C. quinquefasciatus (RAO et al., 1992; SAGAR & SEHGAL,1996; SCOTT & KAUSHIK, 1998; SU & MULLA, 1998; EL-HAG et al., 1999).Com relação a plantas do Cerrado, o primeiro trabalho mostrandopotencialidade larvicida do extrato bruto etanólico da Magoniapubescens foi o de SILVA et al. (1996) trabalhando com o Aedesaegypti e, GUIMARÃES et al. (2001) realizaram bioensaios no campo com essa planta, correlacionando a atividade com o tipo decriadouro. Estudos mais detalhados da toxicidade foram feitos porSILVA et al. (2003) e ARRUDA et al. (2003a,b). Isso abriu perspectivas de estudos para o C. quinquefasciatus, na busca de novas alternativas para as ações de controle desse culicíneo.

Récupéré en direct depuis OpenAlex et désinversé. Les résumés ne sont pas conservés dans cette base de données : les index inversés représentent 8,6 Go des 9,3 Go de texte de la base, et le serveur dispose de 13 Go libres.

Comment cette classification a été obtenuedéplier

Prédiction distillée sur la base complète

Imitation des enseignants

Ni prévalence calibrée, ni vérité terrain. Validation humaine à venir. Apprise à partir de 10 348 étiquettes directes de Codex et de 10 348 étiquettes directes de Gemma. Le mode candidate est l'union des têtes enseignantes seuillées; le consensus est leur intersection. Ces sorties portent le statut machine_predicted_unvalidated et ne sont ni des étiquettes humaines ni des étiquettes directes de modèles de pointe.

score de la tête « metaresearch » (Codex)0,001
score de la tête « metaresearch » (Gemma)0,000
Version: codex-gemma-dda1882f352aStatut de validation: machine_predicted_unvalidated
Catégories candidatesMéta-épidémiologie (sens strict), Charge utile insuffisante (le modèle a refusé de juger)
Catégories consensuellesMéta-épidémiologie (sens strict), Charge utile insuffisante (le modèle a refusé de juger)
DomaineSignal candidat: aucune · Signal consensuel: aucune
Devis d'étudeSignal candidat: Observationnel · Signal consensuel: Observationnel
GenreSignal candidat: Empirique · Signal consensuel: Empirique
Score de désaccord entre enseignants0,141
Score d'incertitude au seuil1,000

Scores Codex et Gemma par catégorie

CatégorieCodexGemma
Métarecherche0,0010,000
Méta-épidémiologie (sens strict)0,0020,002
Méta-épidémiologie (sens large)0,0020,001
Bibliométrie0,0010,002
Études des sciences et des technologies0,0010,001
Communication savante0,0010,001
Science ouverte0,0010,000
Intégrité de la recherche0,0010,001
Charge utile insuffisante (le modèle a refusé de juger)0,0030,003

Scores machine (provisoires)

Les deux têtes enseignantes du modèle étudiant, lues sur ce travail. Un score ordonne la base pour la relecture; il n'affirme jamais une catégorie, et le statut de validation accompagne chaque rangée tel quel.

Scores de référence d'un modèle non mature (critères de maturité non atteints, 7 itérations). Un score ordonne; il n'affirme jamais une catégorie.

Tête enseignante Opus0,016
Tête enseignante GPT0,298
Écart entre enseignants0,281 · la distance entre les deux têtes enseignantes sur ce seul travail
Statut de validationscore_only:v0-immature-baseline · tel quel depuis la passe de notation : score_only signifie que le nombre peut ordonner les travaux, et qu'aucune étiquette de catégorie n'en découle

Classification

machine, non validée

Prédiction automatique; les deux têtes enseignantes s’accordent sur ce qui est montré ici.

Devis d'étudeObservationnel
Domainenon disponible
GenreEmpirique

Le détail, modèle par modèle et score par score, se trouve en fin de page sous « Comment cette classification a été obtenue ».

En bref

Citations2
Publié2006
Routes d'admission1
Résumé présentoui

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