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Enregistrement W7026629167

Associação entre fragilidade e tempo de velocidade da marcha em idosos hospitalizados

2018· other· pt· W7026629167 sur OpenAlexaboutno aff

Notice bibliographique

RevueLume (Universidade Federal do Rio Grande do Sul) · 2018
Typeother
Languept
DomaineEnvironmental Science
ThématiqueAtmospheric aerosols and clouds
Établissements canadiensnon disponible
Organismes subventionnairesnon disponible
Mots-clésPoison controlElderly peopleBody weight
DOInon disponible

Résumé

récupéré en direct d'OpenAlex

INTRODUÇÃO: O crescente aumento da população idosa é uma realidade mundial. Em consequência, constata-se o aumento das doenças crônicas não transmissíveis, principalmente, no Brasil, condição que impõe longos tratamentos, hospitalizações, elevado consumo de medicamentos por parte de pessoas idosas, o que pode provocar alteração no estado cognitivo, no equilíbrio e desestabilizar a marcha aumentando o risco de sofrer eventos que determinam a redução da funcionalidade, aumento dos riscos para complicações específicas e propiciar o surgimento das chamadas síndromes geriátricas, destacando a Síndrome da Fragilidade no idoso (SFI). Há duas grandes vertentes internacionais de estudos sobre fragilidade, uma delas se deriva de grupos canadenses que reforçam a multidimensionalidade da síndrome envolvendo a avaliação de elementos como cognição, humor e suporte social, outros grupos norte-americanos consideram a fragilidade como uma síndrome fortemente biológica, e propuseram para sua identificação um fenótipo com cinco indicadores: perda de peso não intencional, autorrelato de fadiga, diminuição da força de preensão, redução da atividade física e diminuição da velocidade da marcha. Para a avaliação da fragilidade no idoso pode-se utilizar algumas escalas de avaliação global de saúde como a Escala de Fragilidade de Edmonton (EFE). Trata-se de um instrumento desenvolvido na Universidade de Alberta, em Edmonton no Canadá em 2006, cuja finalidade é detectar fatores de risco e apontar indicadores de fragilidade (ROLFSON et al., 2006; BERGMAN et al., 2004). Na investigação do desempenho funcional que representa um dos domínios da EFE avalia-se o tempo de velocidade da marcha que vem sendo apontado como o preditor de fragilidade mais confiável, prático e de baixo custo. A dificuldade na marcha associada à fragilidade pode provocar isolamento, sarcopenia e incapacidade para realizar atividades da vida diária. OBJETIVO GERAL: Analisar associação entre Síndrome da Fragilidade e tempo de velocidade da marcha em idosos hospitalizados. MÉTODO: Estudo transversal, retrospectivo, do tipo correlacional descritivo, aninhado a estudo primário, cuja amostra foi constituída por 395 idosos internados nas unidades de internação médica e cirúrgica. COLETA DE DADOS: utilizado Banco de Dados do estudo principal desenvolvido de 2010 a 2012. Foram capturados dados sociodemográficos, dados sobre os níveis de fragilidade e dados acerca da medida do tempo de velocidade da marcha. ANÁLISE: realizada com base na estatística descritiva para as características sociodemográficas e, posteriormente, foi aplicado o teste Qui-quadrado de Fischer para verificar a associação entre as variáveis níveis de fragilidade e tempo de velocidade da marcha obtidos pela EFE. O intervalo de confiança escolhido corresponde a 95% (α ≤ 0,05). ASPECTOS ÉTICOS: projeto principal intitulado “Fatores de risco para a fragilidade em idosos hospitalizados: contribuições para o diagnóstico de enfermagem ‘Risco para a Síndrome da fragilidade no idoso” aprovado pelo CEP/HCPA nº 100172. RESULTADOS: A média de idade dos pacientes analisados foi de 69,73 anos com desvio padrão de ± 7,23 anos, 62,8% eram do sexo masculino. Quanto aos níveis da SFI: 28,9% dos sujeitos não apresentaram a síndrome, 26,3% foram identificados como aparentemente vulneráveis, 20,8% com fragilidade leve, 13,4% com fragilidade moderada e 10,6% apresentaram a síndrome em nível severo. Na associação entre níveis de fragilidade e dados do perfil sociodemográfico, verificou-se associação estatisticamente significativa entre as variáveis: sexo feminino e o nível de fragilidade moderada (p=0,031); situação conjugal sem companheiro e os níveis fragilidade moderada e severa (p=0,014); idade entre 60 e 69 anos e ausência de fragilidade (p=0,014); nenhuma escolaridade e fragilidade severa e mais de 9 anos de estudo com ausência de fragilidade (p<0,001); renda familiar mensal de 1 a 2 salários mínimos com os níveis fragilidade moderada e severa (p=0,014). Quanto à associação entre níveis de fragilidade e o tempo de velocidade da marcha foi evidenciada significância estatística (p<0,001) entre fragilidade moderada 60,4% e severa 78,6% com o tempo maior de 20 segundos para realização do teste de marcha. Destaca-se que entre 44,8% dos idosos classificados com fragilidade leve, moderada e severa 25,5% concluíram o teste em mais de 20 segundos, caracterizando lentidão ao caminhar. Também foi significativa (p<0,001) a associação entre ausência de fragilidade 47,7% e o tempo de conclusão do teste de 0 a 10 segundos. CONCLUSÃO: os dados permitem concluir que existe relação estatística entre maior grau de fragilidade e velocidade da marcha diminuída, corroborando com achados internacionais que demostraram a importância de valorizar a marcha como potencial preditor do 6 estado de saúde do idoso, podendo ser definida como o “sexto sinal vital”. Nesse sentido recomenda-se ao enfermeiro a proceder a avaliação do tempo de velocidade da marcha, de forma isolada, ou como parte de uma avaliação global, tendo em vista que o idoso pode estar em condição pré-frágil, com fragilidade leve, moderada ou severa, situações em que com introdução de intervenções preventivas poderá evitar a ocorrência da síndrome ou promover a reversão ou estadiamento do evento.

Récupéré en direct depuis OpenAlex et désinversé. Les résumés ne sont pas conservés dans cette base de données : les index inversés représentent 8,6 Go des 9,3 Go de texte de la base, et le serveur dispose de 13 Go libres.

Comment cette classification a été obtenuedéplier

Prédiction machine sur la base complète

Imitation des enseignants

Ni prévalence calibrée, ni vérité terrain. Validation humaine à venir. Le volet Gemma est une étiquette directe du modèle pour chaque travail de la base, lue sur la notice réduite au titre. Le volet Codex est un classifieur appris des 10 348 étiquettes directes de Codex et calibré sur les taux pondérés de l'échantillon; les champs sans appui suffisant ne portent aucun appel Codex. Le mode candidate est l'union des deux volets; le consensus est leur intersection. Ces sorties portent le statut machine_predicted_unvalidated et ne sont pas des étiquettes humaines.

score de la tête « metaresearch » (Codex)0,001
score de la tête « metaresearch » (Gemma)0,004
Version: metacan-v3-hybrid-931329e0061cStatut de validation: machine_predicted_unvalidated
Catégories candidatesaucune
Catégories consensuellesaucune
DomaineSignal candidat: aucune · Signal consensuel: aucune
Devis d'étudeSignal candidat: Observationnel · Signal consensuel: Observationnel
GenreSignal candidat: Empirique · Signal consensuel: Empirique
Score de désaccord entre enseignants0,016
Score d'incertitude au seuil0,033

Scores du classifieur distillé par catégorie (deux têtes)

CatégorieCodexGemma
Métarecherche0,0010,004
Méta-épidémiologie (sens strict)0,0000,000
Méta-épidémiologie (sens large)0,0000,001
Bibliométrie0,0010,002
Études des sciences et des technologies0,0010,000
Communication savante0,0010,000
Science ouverte0,0000,001
Intégrité de la recherche0,0010,001
Charge utile insuffisante (le modèle a refusé de juger)0,0050,000

Scores machine (provisoires)

Les deux têtes enseignantes du modèle étudiant, lues sur ce travail. Un score ordonne la base pour la relecture; il n'affirme jamais une catégorie, et le statut de validation accompagne chaque rangée tel quel.

Scores de référence d'un modèle non mature (critères de maturité non atteints, 7 itérations). Un score ordonne; il n'affirme jamais une catégorie.

Tête enseignante Opus0,006
Tête enseignante GPT0,212
Écart entre enseignants0,206 · la distance entre les deux têtes enseignantes sur ce seul travail
Statut de validationscore_only:v0-immature-baseline · tel quel depuis la passe de notation : score_only signifie que le nombre peut ordonner les travaux, et qu'aucune étiquette de catégorie n'en découle

Classification

machine, non validée

Prédiction automatique; un appel candidat d’une seule source (Gemma direct ou Codex distillé), pas un consensus.

Les modèles n’ont appliqué aucune catégorie : rien dans la taxonomie ne correspondait à ce travail.
Devis d'étudeObservationnel
Domainenon disponible
GenreEmpirique

Le détail, modèle par modèle et score par score, se trouve en fin de page sous « Comment cette classification a été obtenue ».

En bref

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Publié2018
Routes d'admission1
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