A transição para a vida adulta mas...o que é ser adulto?. As práticas e representações sobre o que é ser adulto em Portugal.
Bibliographic record
Abstract
Esta comunicacao refere-se ao trabalho de investigacao que se esta a desenvolver no âmbito do doutoramento em Sociologia (ISCTE) e que pretende identificar e caracterizar as representacoes sociais sobre o que e ser adulto na sociedade portuguesa. Nesta pesquisa apresenta-se um modelo de analise que assenta na representacao de ser adulto de acordo com duas diferentes concepcoes:Representacao hegemonica (que prevalece na sociedade portuguesa) - O adulto e um estatuto a atingir e o m a obtencao de estabilidade na vida profissional, financeira e familiar. Tem por base o conceito estetico e linear de adulto muitas vezes promovido por instituicoes como a escola e a familia, contudo, considera-se que esta e uma representacao que nao se coaduna com a realidade das actuais trajectorias complexas, multiplas, e estandardizadas dos jovens.Representacao emancipada - Representacao que ha nao se apresenta como hegemonica mas sim como restrita a alguns jovens adultos/adultos da classe media/media alta urbana. Substitui o caracter pejorativo e estatico do conceito de adulto pelo conceito de adulto que implica a ideia de aprendizagem continua, de auto-realizacao pessoal, profissional e afectiva e segundo o qual a evolucao se da de acordo com percursos complexos de avancos e recuos (Machado Pais, 2001). O adulto enquadra-se num modelo pos-moderno de transicao para a vida adulta que pode ser vivido e representando segundo um modelo positivo de oportunidades, de possibilidades de escolha e experiencias ou um modelo negativo de instabilidade, incerteza, risco e marginalizacao (ou da rela(do que se estabelece entre estes dois modelos).
Fetched live from OpenAlex and de-inverted. Abstracts are not stored in this database: the inverted indexes are 8.6 GB of the frame’s 9.3 GB of text, and the host has 13 GB free.
How this classification was reachedexpand
Full frame machine prediction
Teacher imitationNot calibrated prevalence, not ground truth. Human validation pending. The Gemma side is a direct model label for every work in the frame, read from the title-only record. The Codex side is a classifier learned from the 10,348 direct Codex labels and calibrated to design-weighted sample rates; fields without enough sample support carry no Codex call. Candidate is the union of the two sides; consensus is their intersection. These outputs are machine_predicted_unvalidated and are not human labels.
Distilled classifier scores by category (both heads)
| Category | Codex | Gemma |
|---|---|---|
| Metaresearch | 0.002 | 0.003 |
| Meta-epidemiology (narrow) | 0.000 | 0.000 |
| Meta-epidemiology (broad) | 0.000 | 0.000 |
| Bibliometrics | 0.001 | 0.001 |
| Science and technology studies | 0.005 | 0.007 |
| Scholarly communication | 0.006 | 0.004 |
| Open science | 0.001 | 0.004 |
| Research integrity | 0.001 | 0.002 |
| Insufficient payload (model declined to judge) | 0.018 | 0.003 |
Machine scores (provisional)
The two teacher heads of the student model, read on this work. A score orders the frame for review; it never asserts a category, and the validation status ships verbatim with every row.
Baseline scores from an immature model (maturity gate not passed, 7 training rounds). Scores rank; they never assert a category.
score_only:v0-immature-baseline · verbatim from the scoring run: score_only means the number may rank works, and no category label ships from itClassification
machine, unvalidatedMachine predicted; a candidate call from one source (direct Gemma or distilled Codex), not a consensus.
How this classification was reached, model by model and score by score, is at the end of the page under "How this classification was reached".