Laboratório in vita: autonomias em ato em saúde mental
Bibliographic record
Abstract
No Brasil, o campo da saude mental, adota o conceito de ‘autonomia’ e tem por ele apreco, conforme explicitado em grande parte das politicas publicas da area, sem, no entanto, descrever ou problematizar o termo. Em geral, se pressupoem um entendimento a priori ou naturalizado de ‘autonomia’. Pretende-se, a partir de um laboratorio de imersao, problematizar os usos e possibilidades do conceito de autonomia em saude mental, tomando-o como ato/performance. Por laboratorio de imersao, entendemos uma viagem a Montreal-CA durante quinze dias, em novembro de 2013, realizada por dez pessoas, entre familiares, usuarios de saude mental e discentes das universidades envolvidas na pesquisa e estrategia Gestao Autonoma da Medicacao (GAM). A GAM aposta em uma metodologia participativa de se fazer pesquisa e saude mental, considerando todos os seus participantes como pesquisadores e esfumacando o lugar de sujeitos de pesquisa. Em afinidade com esta proposta, adotamos, para analise da experiencia deste laboratorio, a metodologia cartografica, a dissolucao do lugar do pesquisador, a valorizacao da experiencia encarnada. A partir desse laboratorio in vita, construimos um blog disponibilizado ao publico, um curta-metragem para exibicao na Semana do Audiovisual (SEDA), atualmente tambem disponivel ao publico no youtube, e uma narrativa coletiva. Foram tentativas de colocarmos em questao a performatividade assumida pela autonomia e o tensionar ocasionado pela acao de ‘falar por si’ como forma de autonomizacao na construcao de conhecimento, tal qual usado na estrategia/pesquisa GAM. Portanto, o trabalho que segue e composto tambem de fotografias, links para videos e blog feitos coletivamente.
Fetched live from OpenAlex and de-inverted. Abstracts are not stored in this database: the inverted indexes are 8.6 GB of the frame’s 9.3 GB of text, and the host has 13 GB free.
How this classification was reachedexpand
Full frame machine prediction
Teacher imitationNot calibrated prevalence, not ground truth. Human validation pending. The Gemma side is a direct model label for every work in the frame, read from the title-only record. The Codex side is a classifier learned from the 10,348 direct Codex labels and calibrated to design-weighted sample rates; fields without enough sample support carry no Codex call. Candidate is the union of the two sides; consensus is their intersection. These outputs are machine_predicted_unvalidated and are not human labels.
Distilled classifier scores by category (both heads)
| Category | Codex | Gemma |
|---|---|---|
| Metaresearch | 0.003 | 0.009 |
| Meta-epidemiology (narrow) | 0.000 | 0.000 |
| Meta-epidemiology (broad) | 0.000 | 0.000 |
| Bibliometrics | 0.001 | 0.002 |
| Science and technology studies | 0.011 | 0.006 |
| Scholarly communication | 0.005 | 0.002 |
| Open science | 0.001 | 0.005 |
| Research integrity | 0.001 | 0.002 |
| Insufficient payload (model declined to judge) | 0.010 | 0.001 |
Machine scores (provisional)
The two teacher heads of the student model, read on this work. A score orders the frame for review; it never asserts a category, and the validation status ships verbatim with every row.
Baseline scores from an immature model (maturity gate not passed, 7 training rounds). Scores rank; they never assert a category.
score_only:v0-immature-baseline · verbatim from the scoring run: score_only means the number may rank works, and no category label ships from itClassification
machine, unvalidatedMachine predicted; a candidate call from one source (direct Gemma or distilled Codex), not a consensus.
How this classification was reached, model by model and score by score, is at the end of the page under "How this classification was reached".