A complicação fístula faringocutânea após laringectomia total: uma análise preliminar
Bibliographic record
Abstract
A complicação mais grave e freqüente apresentada pelo laringectomizado total é a fístula faringocutânea. Nesta investigação objetivou-se analisar a freqüência e os fatores de risco que contribuem para a formação de fístula faringocutânea, na literatura. Este é um estudo descritivo no qual analisaram-se 10 artigos indexados nos Bancos de Dados PUBMED e MEDLINE, que foram adquiridos na íntegra, no período de março de 2001 a março de 2002. Os fatores de risco identificados para a formação da fístula faringocutânea foram: radioterapia pré-operatória; dissecção radical do pescoço; tipo de material de sutura utilizado; traqueostomia pré-operatória; doenças sistêmicas; estadiamento do tumor; transfusão sangüínea no transoperatório; tipo de drenagem do pescoço; infecção da ferida e formação de hematoma. Esta complicação aumentou o período de internação e de cicatrização, com médias de 28 e de 36 dias, respectivamente. O tratamento predominante é ainda o conservador, no qual a enfermeira necessita de conhecimentos técnico-científicos, pois requer os cuidados intensivos, higiênicos e de tratamento da ferida. A habilidade de raciocínio clínico e técnica, aliada à busca de evidências e capacidade de relacionamento interpessoal da enfermeira, é que determinará a qualidade das intervenções de enfermagem no atendimento das complicações do laringectomizado total.
Fetched live from OpenAlex and de-inverted. Abstracts are not stored in this database: the inverted indexes are 8.6 GB of the frame’s 9.3 GB of text, and the host has 13 GB free.
How this classification was reachedexpand
Full frame distilled prediction
Teacher imitationNot calibrated prevalence, not ground truth. Human validation pending. Learned from the 10,348 direct Codex labels and 10,348 direct Gemma labels. Candidate is the union of thresholded teacher heads; consensus is their intersection. These outputs are machine_predicted_unvalidated and are not human labels or direct frontier model labels.
Codex and Gemma teacher scores by category
| Category | Codex | Gemma |
|---|---|---|
| Metaresearch | 0.001 | 0.001 |
| Meta-epidemiology (narrow) | 0.001 | 0.001 |
| Meta-epidemiology (broad) | 0.002 | 0.001 |
| Bibliometrics | 0.000 | 0.001 |
| Science and technology studies | 0.000 | 0.000 |
| Scholarly communication | 0.000 | 0.000 |
| Open science | 0.001 | 0.000 |
| Research integrity | 0.001 | 0.002 |
| Insufficient payload (model declined to judge) | 0.002 | 0.000 |
Machine scores (provisional)
The two teacher heads of the student model, read on this work. A score orders the frame for review; it never asserts a category, and the validation status ships verbatim with every row.
Baseline scores from an immature model (maturity gate not passed, 7 training rounds). Scores rank; they never assert a category.
score_only:v0-immature-baseline · verbatim from the scoring run: score_only means the number may rank works, and no category label ships from itClassification
machine, unvalidatedMachine predicted; a candidate call from one teacher head, not a consensus.
How this classification was reached, model by model and score by score, is at the end of the page under "How this classification was reached".