Estudo dos efeitos da ocitocina intranasal sobre o medo, a dor e a memória aversiva em humanos
Bibliographic record
Abstract
AGRADECIMENTOS À Ivana, minha querida orientadora, com quem aprendi muito ao longo de todos esses anos, para além do contexto acadêmico, contribuindo para que eu crescesse como pessoa e como profissional.Dividimos muitas alegrias, tristezas, dificuldades e conquistas, com muita parceria e amizade.Sou grata por toda a paciência, disponibilidade e companheirismo.Por tantos ensinamentos.Você é inspiração pra mim e a levarei para sempre em meu coração.Aos meus pais e meu querido irmão, minha eterna gratidão por todo o amor, carinho, incentivo, cuidado e companheirismo.Por me guiarem e estarem incansavelmente ao meu lado, contribuindo para que eu pudesse abraçar as oportunidades e realizar os meus sonhos, sempre me lembrando que posso ser tudo o que eu quiser, com fé, amor e dedicação.Vocês são tudo pra mim.Ao meu marido, meu amor e parceiro dessa vida, que com muito carinho, acolhimento e compreensão esteve ao meu lado em todos os momentos, sempre me incentivando e me mostrando o quanto sou capaz.Sempre torcendo por mim e me lembrando o quanto tudo isso é incrível e transformador.Às minhas amigas e irmãs de coração, que acompanharam cada passo, com as quais compartilhei todas as alegrias e angústias, que estiveram sempre ao meu lado, tornando a caminhada mais leve, feliz e amparada, em todos os sentidos da vida.À Raphinha, amada aluna de IC que virou amiga.Obrigada por toda a parceria, amizade e companheirismo.Por estar ao meu lado, sempre doce, alegre e disposta a ajudar.Te levo no coração e torço muito por você.Às voluntárias, sem as quais essa pesquisa não teria acontecido, pela disponibilidade e generosidade em contribuir para construção de novos conhecimentos científicos.À Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, pela concessão da bolsa de doutorado e apoio financeiro para que esta pesquisa se concretizasse.Aos Professores Mário Pedrazzoli, Michele Schultz, Luiz Menna e Andrea da Silva Torrão, por disponibilizarem o laboratório para a realização das coletas de dados.À Professora Tânia Viel, pela disponibilidade em ensinar uma nova técnica, e abrir as portas de seu laboratório para que uma etapa importante da pesquisa pudesse ser realizada.À Isabel, técnica de laboratório da EACH-USP, por toda a disponibilidade, ajuda e companheirismo.Você foi um presente que recebi ao longo do caminho.Agradeço também à Júlia, que pacientemente me ensinou e auxiliou no passo a passo das dosagens realizadas no laboratório.Como disse pessoalmente, vocês (e as outras meninas do laboratório) caíram do céu, e fizeram toda a diferença.À USP, que foi minha segunda casa por tantos anos, ao longo dessa grande jornada acadêmica.Agradeço por todas as oportunidades.Posso dizer que foi a minha escola da vida.Aprendi sobre ciência, política, cultura, sobre como ser Obstetriz, pesquisadora e cidadã, sempre em busca de fazer a diferença na nossa sociedade.À Deus, sem o qual nada seria possível."O correr da vida embrulha tudo, a vida é assim: esquenta e esfria, aperta e daí afrouxa, sossega e depois desinquieta.O que ela quer da gente é coragem".Guimarães Rosa RESUMO Diversos estudos demonstram a participação da ocitocina em promover a interação social presente no comportamento materno, sexual e interpessoal, bem como sua influência sobre a modulação da dor, do medo e de processos cognitivos, como a atenção e a memória.Estudos histológicos mostraram a presença de receptores de ocitocina em diferentes áreas cerebrais, como a substância cinzenta periaquedutal, envolvida no controle descendente da dor, o hipocampo, envolvido nos mecanismos de memória e aprendizagem aversiva, e a amígdala, estrutura chave no processamento do medo.Este estudo teve como objetivo investigar os efeitos da ocitocina inalatória sobre o medo, a percepção da dor e a memória aversiva em humanos, bem como a relação entre eles.O estudo foi realizado com 65 voluntárias do sexo feminino, saudáveis, que receberam ocitocina intranasal (40 UI) ou placebo.Seus efeitos sobre a dor foram investigados por meio do teste pressórico ao frio, sendo registrados o limiar de dor e a tolerância à dor.A intensidade da dor foi mensurada por meio da Escala Visual Analógica de dor (EVAd) e classificada pelo Questionário de dor McGill.O estudo de seu efeito sobre o medo se deu pelo Paradigma do Filme de Trauma, sendo a intensidade do medo mensurada por meio da EVA de medo, assim como foram aplicadas EVA para avaliar aversão, atenção e imersão no filme.A memória declarativa aversiva foi avaliada por meio de Questionário, em diferentes intervalos.As memórias aversivas instrusivas foram analisadas por meio de registros quantitativos e qualitativos, ao longo de 7 dias.A memória da dor também foi avaliada após sete dias, por meio da EVAd.Nossos resultados mostraram que a ocitocina aumentou o desagrado à dor, quando o estímulo doloroso ocorreu em um contexto aversivo, assim como aumentou a intensidade do medo, o que pode ter contribuído para um estado de humor negativo.Ainda, a ocitocina atenuou as memórias intrusivas de maneira a diminuir sua frequência e o sofrimento por elas causado.Tomados em conjunto, os resultados sugerem que a ocitocina intranasal pode modular a percepção subjetiva da dor, o medo e a memória aversiva em humanos, de acordo com o contexto em que os estímulos acontecem e sua relevância biopsicossocial.
Fetched live from OpenAlex and de-inverted. Abstracts are not stored in this database: the inverted indexes are 8.6 GB of the frame’s 9.3 GB of text, and the host has 13 GB free.
How this classification was reachedexpand
Full frame machine prediction
Teacher imitationNot calibrated prevalence, not ground truth. Human validation pending. The Gemma side is a direct model label for every work in the frame, read from the title-only record. The Codex side is a classifier learned from the 10,348 direct Codex labels and calibrated to design-weighted sample rates; fields without enough sample support carry no Codex call. Candidate is the union of the two sides; consensus is their intersection. These outputs are machine_predicted_unvalidated and are not human labels.
Distilled classifier scores by category (both heads)
| Category | Codex | Gemma |
|---|---|---|
| Metaresearch | 0.000 | 0.000 |
| Meta-epidemiology (narrow) | 0.000 | 0.000 |
| Meta-epidemiology (broad) | 0.000 | 0.000 |
| Bibliometrics | 0.000 | 0.000 |
| Science and technology studies | 0.000 | 0.001 |
| Scholarly communication | 0.000 | 0.000 |
| Open science | 0.000 | 0.000 |
| Research integrity | 0.000 | 0.000 |
| Insufficient payload (model declined to judge) | 0.003 | 0.000 |
Machine scores (provisional)
The two teacher heads of the student model, read on this work. A score orders the frame for review; it never asserts a category, and the validation status ships verbatim with every row.
Baseline scores from an immature model (maturity gate not passed, 7 training rounds). Scores rank; they never assert a category.
score_only:v0-immature-baseline · verbatim from the scoring run: score_only means the number may rank works, and no category label ships from itClassification
machine, unvalidatedMachine predicted; a candidate call from one source (direct Gemma or distilled Codex), not a consensus.
How this classification was reached, model by model and score by score, is at the end of the page under "How this classification was reached".