O CORPO EM TRANSFORMAÇÃO: EVOLUÇÃO CULTURAL E ENVELHECIMENTO
Bibliographic record
Abstract
Este artigo propõe uma análise da evolução e percepção do corpo ao longo da história, considerando-o como um fenômeno cultural enraizado nas práticas corporais de diferentes períodos. Além disso, explora o envelhecimento humano como uma dimensão relevante dessa evolução, refletindo sobre como as sociedades têm interpretado e valorizado os corpos ao longo do tempo, desde a Antiguidade greco-romana até a contemporaneidade. Será abordada a maneira como o corpo foi moldado, interpretado e utilizado em diversas sociedades, destacando as mudanças e influências culturais, religiosas e sociais que o influenciaram, incluindo as percepções e estigmas associados ao envelhecimento. Além disso, o artigo investigará o corpo como uma dualidade entre matéria e psique, explorando como ele foi percebido e interpretado ao longo do tempo, inclusive na fase do envelhecimento. Ao longo da história, o corpo humano tem sido objeto de estudo e interpretação em várias culturas. Desde a Antiguidade greco-romana até os tempos modernos, as percepções do corpo e do envelhecimento foram moldadas por contextos culturais, religiosos e sociais. A relação entre corpo e alma, refletindo a dualidade entre matéria e psique, permanece como um enigma central, suscitando questões sobre a natureza da existência, o significado da vida humana e a valorização do corpo em todas as suas fases, incluindo o processo natural do envelhecimento. A metodologia qualitativa é empregada para compreender comportamentos, estudando suas particularidades, baseada na pesquisa bibliográfica especializada, permitindo uma compreensão ampla do corpo humano em todas as suas dimensões. A revisão bibliográfica destaca a importância de abordagens interdisciplinares e inclusivas, convidando-nos a refletir sobre nossa própria existência, identidade e valorização do envelhecimento como parte integrante da jornada humana.
Fetched live from OpenAlex and de-inverted. Abstracts are not stored in this database: the inverted indexes are 8.6 GB of the frame’s 9.3 GB of text, and the host has 13 GB free.
How this classification was reachedexpand
Full frame machine prediction
Teacher imitationNot calibrated prevalence, not ground truth. Human validation pending. The Gemma side is a direct model label for every work in the frame, read from the title-only record. The Codex side is a classifier learned from the 10,348 direct Codex labels and calibrated to design-weighted sample rates; fields without enough sample support carry no Codex call. Candidate is the union of the two sides; consensus is their intersection. These outputs are machine_predicted_unvalidated and are not human labels.
Distilled classifier scores by category (both heads)
| Category | Codex | Gemma |
|---|---|---|
| Metaresearch | 0.003 | 0.004 |
| Meta-epidemiology (narrow) | 0.001 | 0.000 |
| Meta-epidemiology (broad) | 0.000 | 0.000 |
| Bibliometrics | 0.002 | 0.002 |
| Science and technology studies | 0.008 | 0.037 |
| Scholarly communication | 0.013 | 0.011 |
| Open science | 0.001 | 0.008 |
| Research integrity | 0.002 | 0.003 |
| Insufficient payload (model declined to judge) | 0.009 | 0.001 |
Machine scores (provisional)
The two teacher heads of the student model, read on this work. A score orders the frame for review; it never asserts a category, and the validation status ships verbatim with every row.
Baseline scores from an immature model (maturity gate not passed, 7 training rounds). Scores rank; they never assert a category.
score_only:v0-immature-baseline · verbatim from the scoring run: score_only means the number may rank works, and no category label ships from itClassification
machine, unvalidatedMachine predicted; a candidate call from one source (direct Gemma or distilled Codex), not a consensus.
How this classification was reached, model by model and score by score, is at the end of the page under "How this classification was reached".