AUTOPERCEPÇÃO E IMPACTOS DA SAÚDE BUCAL DE ADOLESCENTES EM UMA ESCOLA PÚBLICA DE PORTO VELHO
Bibliographic record
Abstract
A autopercepção em saúde abrange a compreensão que o indivíduo possui sobre o seu estado de saúde, englobando elementos subjetivos relacionados ao seu bem-estar. Refere-se à maneira pela qual o sujeito compreende suas próprias atitudes e crenças com base em seu comportamento em determinadas situações, mediadas pelos diversos aspectos de sua saúde física, cognição e capacidade funcional. Esse discernimento baseia-se no conhecimento dessa pessoa sobre o processo saúde-doença, que se encontra interligado às suas experiências anteriores e pelo contexto social, cultural e histórico em que está inserido. Além disso, comportamentos pouco saudáveis e a exposição a fatores de risco para problemas bucais como uma dieta inadequada e baixa frequência de higiene bucal são frequentes na adolescência. Dessa forma, apesar dos avanços científicos na prevenção e no tratamento de problemas bucais e nas políticas públicas nessa área, os adolescentes ainda apresentam uma alta necessidade de tratamento odontológico. No entanto, muitas vezes, os jovens não cuidam adequadamente da boca, desconsiderando aspectos que, efetivamente, estão vinculados à promoção da saúde. A promoção da saúde , segundo a carta de Ottawa , foi definida como um “processo de capacitação dos indivíduos a fim de aumentar seu controle sobre sua saúde para melhorá-la”. O Ministério da Saúde considera que a escola representa um ambiente educacional e social propício para se trabalhar conhecimentos e mudanças de comportamento. A Organização Mundial de Saúde preconiza ainda a formação de adolescentes multiplicadores, visando promover a qualidade de vida e a saúde integral do adolescente. Atualmente, no Brasil, a promoção da saúde é considerada um compromisso constitucional do Sistema Único de Saúde , que busca reduzir as desigualdades em saúde e garantir que a população possa controlar seu próprio processo de saúde e qualidade de vida. Segundo Barros, a educação para a promoção da saúde significa formar pessoas para atuarem como agentes de transmutação.
Fetched live from OpenAlex and de-inverted. Abstracts are not stored in this database: the inverted indexes are 8.6 GB of the frame’s 9.3 GB of text, and the host has 13 GB free.
How this classification was reachedexpand
Full frame distilled prediction
Teacher imitationNot calibrated prevalence, not ground truth. Human validation pending. Learned from the 10,348 direct Codex labels and 10,348 direct Gemma labels. Candidate is the union of thresholded teacher heads; consensus is their intersection. These outputs are machine_predicted_unvalidated and are not human labels or direct frontier model labels.
Codex and Gemma teacher scores by category
| Category | Codex | Gemma |
|---|---|---|
| Metaresearch | 0.001 | 0.000 |
| Meta-epidemiology (narrow) | 0.001 | 0.001 |
| Meta-epidemiology (broad) | 0.001 | 0.001 |
| Bibliometrics | 0.001 | 0.001 |
| Science and technology studies | 0.000 | 0.000 |
| Scholarly communication | 0.004 | 0.001 |
| Open science | 0.001 | 0.000 |
| Research integrity | 0.001 | 0.002 |
| Insufficient payload (model declined to judge) | 0.001 | 0.001 |
Machine scores (provisional)
The two teacher heads of the student model, read on this work. A score orders the frame for review; it never asserts a category, and the validation status ships verbatim with every row.
Baseline scores from an immature model (maturity gate not passed, 7 training rounds). Scores rank; they never assert a category.
score_only:v0-immature-baseline · verbatim from the scoring run: score_only means the number may rank works, and no category label ships from itClassification
machine, unvalidatedMachine predicted; a candidate call from one teacher head, not a consensus.
How this classification was reached, model by model and score by score, is at the end of the page under "How this classification was reached".