Bibliographic record
Abstract
Este texto originou-se da pesquisa (em andamento) intitulada “Privatização da Educação: o que pensam os diretores de escola do Estado de São Paulo?”. Nas últimas décadas, houve um avanço significativo do processo de privatização da gestão dos serviços públicos, com a adoção de práticas de mercado na administração pública; a educação paulista vem adotando esta lógica empresarial. Os objetivos são: analisar o avanço das políticas de privatização na rede estadual paulista, e compreender o que pensam os diretores sobre a temática em tela. Esta pesquisa está fundamentada em autores, tais como: Parente (2017), Laval (2019), Adrião e Domiciano (2021), Marangoni (2021), Jacomini, Bruini e Silva (2022) entre outros. Quanto à metodologia, adotou-se a abordagem qualitativa, e prevê-se a articulação de três fases: i) o levantamento teórico sobre a privatização da educação e os seus efeitos na escola pública; ii) a análise da legislação e dos documentos orientadores do governo estadual paulista atual (Tarcísio de Freitas / Renato Feder); iii) a realização de entrevistas semiestruturadas com os diretores da rede pública paulista. Embora, o discurso do governo em questão seja favorável a democracia, observa-se na prática o desenvolvimento de um conjunto de medidas empresariais e autoritárias, que vem criando movimentos e dinâmicas nas escolas na contramão da gestão democrática. Os resultados preliminares, revela-se que a gestão do sistema educacional vem aproximando as escolas públicas das empresas, fazendo com que as primeiras se distanciem do princípio constitucional da gestão democrática e outro fato importante a destacar, é que as políticas de privatização contam com os profissionais importantes para disseminá-las; destacam-se os diretores, que no discurso da Secretaria da Educação assumem o papel de líderes nesse processo.
Fetched live from OpenAlex and de-inverted. Abstracts are not stored in this database: the inverted indexes are 8.6 GB of the frame’s 9.3 GB of text, and the host has 13 GB free.
How this classification was reachedexpand
Full frame machine prediction
Teacher imitationNot calibrated prevalence, not ground truth. Human validation pending. The Gemma side is a direct model label for every work in the frame, read from the title-only record. The Codex side is a classifier learned from the 10,348 direct Codex labels and calibrated to design-weighted sample rates; fields without enough sample support carry no Codex call. Candidate is the union of the two sides; consensus is their intersection. These outputs are machine_predicted_unvalidated and are not human labels.
Distilled classifier scores by category (both heads)
| Category | Codex | Gemma |
|---|---|---|
| Metaresearch | 0.004 | 0.009 |
| Meta-epidemiology (narrow) | 0.000 | 0.000 |
| Meta-epidemiology (broad) | 0.000 | 0.001 |
| Bibliometrics | 0.002 | 0.003 |
| Science and technology studies | 0.006 | 0.011 |
| Scholarly communication | 0.009 | 0.007 |
| Open science | 0.001 | 0.005 |
| Research integrity | 0.003 | 0.005 |
| Insufficient payload (model declined to judge) | 0.016 | 0.002 |
Machine scores (provisional)
The two teacher heads of the student model, read on this work. A score orders the frame for review; it never asserts a category, and the validation status ships verbatim with every row.
Baseline scores from an immature model (maturity gate not passed, 7 training rounds). Scores rank; they never assert a category.
score_only:v0-immature-baseline · verbatim from the scoring run: score_only means the number may rank works, and no category label ships from itClassification
machine, unvalidatedMachine predicted; a candidate call from one source (direct Gemma or distilled Codex), not a consensus.
How this classification was reached, model by model and score by score, is at the end of the page under "How this classification was reached".