FRAGILIDADE E CÂNCER NO IDOSO: DESAFIOS NA ESCOLHA TERAPÊUTICA
Why this work is in the frame
A frame that forgets how it found something cannot be audited. These are the routes that admitted this work.
Bibliographic record
Abstract
O envelhecimento populacional representa um dos maiores desafios contemporâneos para os sistemas de saúde, especialmente diante da elevação da incidência de doenças crônicas e degenerativas, como o câncer. Entre os idosos, o processo de adoecimento oncológico é marcado por alterações fisiológicas, funcionais e emocionais que ampliam a vulnerabilidade clínica e comprometem a resposta terapêutica. Nesse contexto, a fragilidade surge como uma condição determinante, caracterizada pela redução das reservas fisiológicas e da capacidade adaptativa, influenciando diretamente a escolha do tratamento e os desfechos clínicos. O presente estudo teve como objetivo analisar os desafios enfrentados na escolha terapêutica de pacientes idosos com câncer em condição de fragilidade, considerando aspectos clínicos, funcionais, psicológicos e éticos. Foi realizada uma revisão bibliográfica integrativa nas bases Google Acadêmico, SciELO, PubMed e bibliotecas virtuais, abrangendo publicações entre 2016 e 2025. Os resultados evidenciaram que a prevalência de fragilidade é elevada entre pacientes idosos oncológicos e está associada à idade avançada, múltiplas comorbidades, baixa escolaridade e sedentarismo. Observou-se, ainda, que a avaliação geriátrica ampla, o uso da Escala de Fragilidade de Edmonton e a introdução precoce dos cuidados paliativos contribuem para um tratamento mais seguro, ético e humanizado. Conclui-se que a integração entre oncogeriatria, cuidados paliativos e abordagem biopsicossocial é essencial para a promoção da autonomia, da dignidade e da qualidade de vida do idoso com câncer.
Fetched live from OpenAlex and de-inverted. Abstracts are not stored in this database: the inverted indexes are 8.6 GB of the frame’s 9.3 GB of text, and the host has 13 GB free.
Full frame distilled prediction
Teacher imitationNot calibrated prevalence, not ground truth. Human validation pending. Learned from the 10,348 direct Codex labels and 10,348 direct Gemma labels. Candidate is the union of thresholded teacher heads; consensus is their intersection. These outputs are machine_predicted_unvalidated and are not human labels or direct frontier model labels.
Codex and Gemma teacher scores by category
| Category | Codex | Gemma |
|---|---|---|
| Metaresearch | 0.001 | 0.002 |
| Meta-epidemiology (narrow) | 0.001 | 0.001 |
| Meta-epidemiology (broad) | 0.003 | 0.001 |
| Bibliometrics | 0.001 | 0.002 |
| Science and technology studies | 0.001 | 0.001 |
| Scholarly communication | 0.001 | 0.000 |
| Open science | 0.001 | 0.001 |
| Research integrity | 0.001 | 0.002 |
| Insufficient payload (model declined to judge) | 0.012 | 0.004 |
Machine scores (provisional)
The two teacher heads of the student model, read on this work. A score orders the frame for review; it never asserts a category, and the validation status ships verbatim with every row.
Baseline scores from an immature model (maturity gate not passed, 7 training rounds). Scores rank; they never assert a category.
score_only:v0-immature-baseline · verbatim from the scoring run: score_only means the number may rank works, and no category label ships from it