Diversidade e (in)dignidade: entre direitos, diferenças e desigualdades - volume 3
Bibliographic record
Abstract
PREFÁCIO F oi com uma imensa alegria que recebi o honroso convite para prefaciar a presente obra.A mim, especialmente, que fui professor por vinte e seis anos em uma instituição de ensino superior que tem a pesquisa como uma de suas molas mestras, me toca prefaciar uma obra que reúne os resultados de várias pesquisas científicas levadas a cabo por seus autores.Estudos que comprovam o quão fértil e rica é nossa pesquisa.E, tudo o que nossos pesquisadores precisam é de espaço para publicarem os seus estudos.Apesar da falta de apoio institucional que, muitas vezes, assolam nossos pesquisadores, esses não se acomodam: unem-se e saem a procura de outras formas para divulgar suas pesquisas.Essa é a paixão do pesquisador: expor o seu pensamento.Assim se faz o conhecimento.Assim se constrói o progresso.Desejo, intensamente, que nossos pesquisadores não se cansem e, ao contrário, venham nos surpreender cada vez mais com textos com a mesma qualidade destes que estou agora a dar o meu testemunho. Boa leitura!Adriano Stanley Belo Horizonte, dezembro de 2025.Diversidade e (In)Dignidade: Entre Direitos, Diferenças e Desigualdades Ao mesmo tempo, o livro recusa a armadilha da autopiedade coletiva.As minorias aqui não aparecem como figuras passivas, eternamente confinadas ao lugar da carência.Em cada eixo temático, seja no campo da terra e do território, da moradia e da cidade, da segurança pública, do sistema de justiça, da proteção socioambiental, da saúde, da educação ou das novas tecnologias, o que se revela são práticas de resistência, invenção e reconfiguração do Direito a partir das margens.Protocolos comunitários, litígios estratégicos, formas próprias de justiça restaurativa, experiências de auto-organização, epistemologias ancestrais e soluções locais de governança tornam-se, neste percurso, fontes normativas que desafiam a ideia de que a única racionalidade válida é aquela produzida de cima para baixo.Ao revisitar legislações, planos nacionais, decisões judiciais e arranjos institucionais, os textos reunidos neste volume expõem um paradoxo que atravessa a ordem jurídica.De um lado, acumulam-se dispositivos que mencionam igualdade racial, proteção de povos originários, combate ao racismo ambiental, participação social e reconhecimento da diversidade.De outro, a efetividade dessas normas permanece seletiva, fragmentada, frequentemente capturada por lógicas de segurança, controle de corpos e exploração de territórios.O que está em jogo, portanto, não é a falta de enunciados protetivos, mas a coerência entre o que se declara e o que se organiza materialmente como prioridade de Estado.Nesse sentido, a ideia de objetivos sustentáveis brasileiros 18, 19 e 20 serve aqui como fio condutor crítico.Ela permite ler, transversalmente, os capítulos como uma espécie de auditoria da promessa pública: se de fato assumimos o compromisso de superar desigualdades estruturais que têm cor, origem étnica e localização geográfica, então é preciso medir a distância entre a linguagem dos planos e a gramática cotidiana das políticas.Em que medida o sistema de justiça contribui para interromper ciclos de violência contra corpos negros e indígenas, e em que medida os reforça?Como as decisões sobre infraestrutura, mineração, agronegócio, segurança de fronteiras e proteção de dados impactam de maneira assimétrica comunidades que já acumulam séculos de expropriação?
Fetched live from OpenAlex and de-inverted. Abstracts are not stored in this database: the inverted indexes are 8.6 GB of the frame’s 9.3 GB of text, and the host has 13 GB free.
How this classification was reachedexpand
Full frame machine prediction
Teacher imitationNot calibrated prevalence, not ground truth. Human validation pending. The Gemma side is a direct model label for every work in the frame, read from the title-only record. The Codex side is a classifier learned from the 10,348 direct Codex labels and calibrated to design-weighted sample rates; fields without enough sample support carry no Codex call. Candidate is the union of the two sides; consensus is their intersection. These outputs are machine_predicted_unvalidated and are not human labels.
Distilled classifier scores by category (both heads)
| Category | Codex | Gemma |
|---|---|---|
| Metaresearch | 0.001 | 0.002 |
| Meta-epidemiology (narrow) | 0.001 | 0.000 |
| Meta-epidemiology (broad) | 0.001 | 0.000 |
| Bibliometrics | 0.002 | 0.003 |
| Science and technology studies | 0.003 | 0.007 |
| Scholarly communication | 0.010 | 0.006 |
| Open science | 0.001 | 0.002 |
| Research integrity | 0.002 | 0.003 |
| Insufficient payload (model declined to judge) | 0.013 | 0.002 |
Machine scores (provisional)
The two teacher heads of the student model, read on this work. A score orders the frame for review; it never asserts a category, and the validation status ships verbatim with every row.
Baseline scores from an immature model (maturity gate not passed, 7 training rounds). Scores rank; they never assert a category.
score_only:v0-immature-baseline · verbatim from the scoring run: score_only means the number may rank works, and no category label ships from itClassification
machine, unvalidatedMachine predicted; a candidate call from one source (direct Gemma or distilled Codex), not a consensus.
How this classification was reached, model by model and score by score, is at the end of the page under "How this classification was reached".