TREINAMENTO DE HABILIDADES SOCIAIS POR MEIO DE VIVÊNCIAS: TEORIA E PRÁTICA
Bibliographic record
Abstract
O campo do Treinamento de Habilidades Sociais tem uma longa trajetoria, enquanto metodo ou tecnica psicoterapeutica, que remonta a decada de 70. Foi a partir dos estudos de Argyle, na Inglaterra, e, posteriormente nos Estados Unidos e Canada, que foram elaborados os primeiros programas para ensinar habilidades sociais. Esses programas tinham como base teorica a Analise Aplicada do Comportamento, porem foram, gradualmente, incorporando conceitos, tecnicas e procedimentos cognitivos, caracterizando-se cada vez mais como uma intervencao cognitiva e comportamental. Duas premissas teoricas basicas justificam o emprego do THS na terapia, seja em carater individual, seja em grupo. A primeira e que um bom repertorio de habilidades sociais e competencia interpessoal e fator de protecao e, em sentido oposto, um baixo repertorio de habilidades sociais e fator de risco, especialmente quando associado a dificuldades interpessoais. A segunda premissa e que as habilidades sociais sao aprendidas e, portanto, podem ser ensinadas de maneira sistematica. Segundo historiadores, o Treinamento de Habilidades Sociais constituiu um forte coadjuvante para atendimento terapeutico e seu desenvolvimento contribuiu para o fortalecimento da chamada terapia comportamental. De maneira simplificada, pode-se dizer que os programas de treinamento em habilidades sociais sao recursos para ensinar habilidades sociais novas e para fortalecer aquelas ja presentes no repertorio de comportamentos do cliente, dessa forma, contribuindo para diminuir ou extinguir comportamentos sociais incompativeis com tais habilidades. Esses programas foram inicialmente direcionados para pacientes esquizofrenicos hospitalizados e nao hospitalizados sendo, pouco tempo depois, aplicados a outras desordens comportamentais. Ainda que se diferenciem em funcao da populacao atendida, os programas, em geral, tem algumas caracteristicas em comum. Este curso tem como objetivo apresentar: (a) uma visao historica do campo do Treinamento de Habilidades Sociais e seus principais conceitos norteadores; (b) as caracteristicas comuns aos programas de Treinamento de Habilidades Sociais; (c) o formato do Treinamento de Habilidades Sociais quando se adota a metodologia de vivencias; (d) semelhancas e diferencas entre o formato de programas de Treinamento de Habilidades Sociais com e sem vivencias; (e) justificativas para o uso de vivencia no Treinamento de Habilidades Sociais. Ao longo do curso serao apresentados alguns programas desenvolvidos no Brasil, sob o formato vivencial e ilustracao de vivencias utilizadas nesses programas, bem como uma especificacao de sua aplicabilidade a diferentes problemas, contextos e populacoes, sob abordagens pedagogicas ou terapeuticas. Sao discutidas algumas implicacoes culturais e eticas envolvidas nos pressupostos que norteiam objetivos e procedimentos de programas de treinamento de habilidades sociais e que podem constituir desafios para a pesquisa e a pratica nessa area.
Fetched live from OpenAlex and de-inverted. Abstracts are not stored in this database: the inverted indexes are 8.6 GB of the frame’s 9.3 GB of text, and the host has 13 GB free.
How this classification was reachedexpand
Full frame distilled prediction
Teacher imitationNot calibrated prevalence, not ground truth. Human validation pending. Learned from the 10,348 direct Codex labels and 10,348 direct Gemma labels. Candidate is the union of thresholded teacher heads; consensus is their intersection. These outputs are machine_predicted_unvalidated and are not human labels or direct frontier model labels.
Codex and Gemma teacher scores by category
| Category | Codex | Gemma |
|---|---|---|
| Metaresearch | 0.004 | 0.001 |
| Meta-epidemiology (narrow) | 0.001 | 0.002 |
| Meta-epidemiology (broad) | 0.002 | 0.001 |
| Bibliometrics | 0.001 | 0.001 |
| Science and technology studies | 0.001 | 0.002 |
| Scholarly communication | 0.000 | 0.000 |
| Open science | 0.002 | 0.001 |
| Research integrity | 0.003 | 0.003 |
| Insufficient payload (model declined to judge) | 0.014 | 0.004 |
Machine scores (provisional)
The two teacher heads of the student model, read on this work. A score orders the frame for review; it never asserts a category, and the validation status ships verbatim with every row.
Baseline scores from an immature model (maturity gate not passed, 7 training rounds). Scores rank; they never assert a category.
score_only:v0-immature-baseline · verbatim from the scoring run: score_only means the number may rank works, and no category label ships from itClassification
machine, unvalidatedMachine predicted; both teacher heads agree on what is shown here.
How this classification was reached, model by model and score by score, is at the end of the page under "How this classification was reached".