Fatores associados à dor lombar crónica: Qual o seu impacto no nível de incapacidade funcional nos Sapadores Bombeiros Portugueses
Bibliographic record
Abstract
Enquadramento: A dor lombar (DL) é altamente prevalente e continua a ser a principal causa de anos vividos com incapacidade (Ferreira et al., 2023). Diferentes fatores ocupacionais estão associados a esta condição de saúde, tais como movimento de flexão e rotação do tronco (Kassebaum et al., 2016), stress profissional, a idade, história de dores nas costas e o índice de massa corporal (IMC) (Damrongsak et al., 2018). A qualidade do sono (QS) está associada a fatores como o trabalho por turnos, a saúde mental, as lesões, a dor e o IMC (Khoshakhlagh et al., 2023). Assim, como objetivo geral pretendemos identificar a prevalência da dor lombar crónica (DLC) e identificar quais os fatores relacionados esta dor em bombeiros portugueses. Metodologia: No estudo I “Fatores Associados à Dor Lombar Crónica em Bombeiros Portugueses” participaram 420 sapadores bombeiros portugueses, 89% da administração local, e 11% da administração central, 94.8% do sexo masculino, com idades compreendidas entre os 22 e os 67 anos (39.789.99). No estudo II “Dor Lombar Crónica e seu Impacto no Nível de Incapacidade Funcional nos Sapadores Bombeiros Portugueses”, participaram 442 sapadores bombeiros, 10.6% pertencentes à administração central e 89.6% à administração local. Para aferir o nível de AF e o tempo despendido na posição de sentado em média por dia, foi definido o questionário versão curta IPAQ-SF. Para avaliar a prevalência da DLC optou-se pela “Escala de dor lombar e incapacidade de QUEBEC”. Para definir a incapacidade funcional recorreu-se à “Escala de Dor Lombar e Incapacidade de QUEBEC” com uma escala classificativa de “Likert” de 5 dimensões. A avaliação do sono e a qualidade do sono recorreu-se ao questionário “Pittsburgh Sleep Quality Index (PSQI-PT). Resultados: No estudo I, dos 420 bombeiros participantes, 60.2% apresentam DLC e destes 63.6% sofre desta dor há mais de 24 meses Os bombeiros em média, são mais velhos (p=<0.001), e estão há mais anos na profissão (p=<0.001) do que os que não reportam DLC (p<0.05). Concluiu-se que os fatores associados à DLC, é a idade e os anos de profissão. À exceção da qualidade do sono que é pior nos bombeiros com DLC (2=9.974; p=0.019), todos os restantes fatores estudados não se mostram ser estatisticamente significativos entre quem apresenta e não DLC. No estudo II, dos 442 bombeiros que participaram neste estudo, 60.2% apresenta DLC, e destes 63.50% revela a presença desta dor hà mais de 24 meses. Os que indicam ter DLC, em média, são mais velhos e estão há mais anos na profissão do que os que não reportam DLC (p<0.05) Os fatores associados a esta condição de saúde com valores estatisticamente significativos identificados foram; idade (p<0.001), anos de bombeiro (p<0.001), em todas as categorias hierárquicas (p<0.004), e na sonolência (p<0.001). As horas de sono revelaram ser tendencialmente significativas (p<0.028). O nível de incapacidade média derivado da DLC reportado pelos bombeiros é de 36.78 (numa escala de 0 a 100). Em média, os bombeiros que reportam DLC há mais de 12 meses apresentam uma incapacidade superior de realizar as rotinas diárias, comparativamente aos bombeiros que reportam DLC há menos de 12 meses (t= -3.06; p = 0.003). Conclusões: Dois terços dos bombeiros participantes no estudo referiram ter DLC. Muitos bombeiros vivem com dor e dificuldade em realizar atividades de rotina diária, principalmente os que têm mais idade. É necessário continuar a investigar com metodologias mais objetivas que mitiguem o viés, e que, possam expor mais ferramentas que permitam implementar políticas de prevenção de doenças musculoesqueléticas e seus fatores disruptores.
Fetched live from OpenAlex and de-inverted. Abstracts are not stored in this database: the inverted indexes are 8.6 GB of the frame’s 9.3 GB of text, and the host has 13 GB free.
How this classification was reachedexpand
Full frame machine prediction
Teacher imitationNot calibrated prevalence, not ground truth. Human validation pending. The Gemma side is a direct model label for every work in the frame, read from the title-only record. The Codex side is a classifier learned from the 10,348 direct Codex labels and calibrated to design-weighted sample rates; fields without enough sample support carry no Codex call. Candidate is the union of the two sides; consensus is their intersection. These outputs are machine_predicted_unvalidated and are not human labels.
Distilled classifier scores by category (both heads)
| Category | Codex | Gemma |
|---|---|---|
| Metaresearch | 0.001 | 0.003 |
| Meta-epidemiology (narrow) | 0.000 | 0.000 |
| Meta-epidemiology (broad) | 0.001 | 0.000 |
| Bibliometrics | 0.001 | 0.002 |
| Science and technology studies | 0.001 | 0.001 |
| Scholarly communication | 0.001 | 0.001 |
| Open science | 0.001 | 0.001 |
| Research integrity | 0.001 | 0.001 |
| Insufficient payload (model declined to judge) | 0.005 | 0.000 |
Machine scores (provisional)
The two teacher heads of the student model, read on this work. A score orders the frame for review; it never asserts a category, and the validation status ships verbatim with every row.
Baseline scores from an immature model (maturity gate not passed, 7 training rounds). Scores rank; they never assert a category.
score_only:v0-immature-baseline · verbatim from the scoring run: score_only means the number may rank works, and no category label ships from itClassification
machine, unvalidatedMachine predicted; a candidate call from one source (direct Gemma or distilled Codex), not a consensus.
How this classification was reached, model by model and score by score, is at the end of the page under "How this classification was reached".