Desminagem em Moçambique: problemas e limites
Bibliographic record
Abstract
Moçambique viveu aproximadamente 30 anos em conflitos armados, desde sua luta pela \nlibertação colonial, que chegou ao fim com a conquista da independência em 1975, até sua \nprolongada guerra civil que terminou com a assinatura do Acordo Geral de Paz em 1992. Em \ntodos esses anos, minas foram estrategicamente utilizadas por praticamente todos os envolvidos \nnos conflitos, com diferentes objetivos. Inúmeros cidadãos inocentes foram vítimas desses \nengenhos mesmo após o fim da guerra, e até hoje as minas terrestres continuam a causar \nacidentes e vítimas, violando o direito internacional humanitário. Neste contexto, surge o \nprocesso de ação contra minas que visa erradicá-las através da desminagem. Planos e metas de \ndesminagem são constantemente elaborados no país, porém essa questão está longe de ser \nconsiderada prioritária e ainda é bastante limitada. A Convenção de Ottawa de 1997, sobre a \nproibição do uso, armazenamento, produção e transferência de minas antipessoal e sobre sua \ndestruição, determinou um prazo de 10 anos para os países de livrarem das minas terrestres neles \ndisseminadas. Entretanto, não alcançou seu objetivo e este nem parece estar muito próximo de ser \nalcançado. Além disso, os contínuos casos de acidentes mostram a necessidade de intensificar a \neducação da população sobre os riscos de minas, para ao menos evitá-los, enquanto a \nproblemática das minas ainda estiver presente. O governo local e as organizações envolvidas não \npriorizam este tema e sempre justificam o atraso da erradicação das minas no país, mas sem \nencontrar um culpado. É preciso mobilizar a população internacional para o impacto das minas, \nprincipalmente aqueles que lutam pela paz e por uma sociedade mais justa, em que inocentes não \nsofram conseqüências de um mundo marcado por guerras.
Fetched live from OpenAlex and de-inverted. Abstracts are not stored in this database: the inverted indexes are 8.6 GB of the frame’s 9.3 GB of text, and the host has 13 GB free.
How this classification was reachedexpand
Full frame machine prediction
Teacher imitationNot calibrated prevalence, not ground truth. Human validation pending. The Gemma side is a direct model label for every work in the frame, read from the title-only record. The Codex side is a classifier learned from the 10,348 direct Codex labels and calibrated to design-weighted sample rates; fields without enough sample support carry no Codex call. Candidate is the union of the two sides; consensus is their intersection. These outputs are machine_predicted_unvalidated and are not human labels.
Distilled classifier scores by category (both heads)
| Category | Codex | Gemma |
|---|---|---|
| Metaresearch | 0.005 | 0.013 |
| Meta-epidemiology (narrow) | 0.001 | 0.001 |
| Meta-epidemiology (broad) | 0.001 | 0.000 |
| Bibliometrics | 0.002 | 0.004 |
| Science and technology studies | 0.018 | 0.014 |
| Scholarly communication | 0.013 | 0.007 |
| Open science | 0.004 | 0.010 |
| Research integrity | 0.006 | 0.006 |
| Insufficient payload (model declined to judge) | 0.014 | 0.001 |
Machine scores (provisional)
The two teacher heads of the student model, read on this work. A score orders the frame for review; it never asserts a category, and the validation status ships verbatim with every row.
Baseline scores from an immature model (maturity gate not passed, 7 training rounds). Scores rank; they never assert a category.
score_only:v0-immature-baseline · verbatim from the scoring run: score_only means the number may rank works, and no category label ships from itClassification
machine, unvalidatedMachine predicted; a candidate call from one source (direct Gemma or distilled Codex), not a consensus.
How this classification was reached, model by model and score by score, is at the end of the page under "How this classification was reached".