Concepções e percepções sobre as práticas dos enfermeiros de saúde escolar em promoção e educação para a saúde nos ensinos básicos e secundários
Bibliographic record
Abstract
Embora a declaração de Alma Ata possa ser considerada um protótipo para a promoção da saúde, a Carta de Ottawa levou a comunidade científica a assumir que deveria haver um conceito novo de saúde pública, que promovesse a mudança social e política, o desenvolvimento de competências pessoais e a construção de políticas públicas saudáveis. O papel dos processos de promoção e educação para a saúde na saúde dos indivíduos e da comunidade é quase ilimitado, tendo as escolas um papel-chave nessa área. A saúde escolar, integrada nesta dinâmica da comunidade escolar, é um programa que pretende melhorar a saúde aperfeiçoando conhecimentos, atitudes e competências que visam melhorar consistentemente os comportamentos de saúde ao longo da vida. A efectividade das intervenções no âmbito da saúde escolar dependem das formas de integração das estratégias de promoção e educação da saúde no currículo, ao longo de toda a escolaridade. Como consequência, esta investigação visa investigar as concepções e percepções sobre as práticas dos enfermeiros que trabalham em ‘Saúde Escolar’ em Centros de Saúde no Distrito de Braga sobre a promoção e educação para a saúde no Ensino Básico (1º ao 9º ano de escolaridade) e Ensino Secundário. Para se atingir esses objectivos recorreu-se a uma metodologia qualitativa em que a recolha dos dados foi feita através de uma entrevista semi-estruturada a enfermeiros que trabalham em ‘Saúde Escolar’ em Centros de Saúde no Distrito de Braga (N=12). Todos os entrevistados consideraram que se deve fazer promoção e educação para a saúde nos Ensinos Básico e Secundário, respeitando o conteúdo e objectivos do Projecto Nacional de Saúde Escolar, no entanto, os principais responsáveis pela sua implementação na escola deverão ser os professores em colaboração com os enfermeiros. Para a maior parte dos entrevistados as estratégias na educação para a saúde deverão ser activas, focadas fundamentalmente em dinâmicas de grupo e a Saúde Escolar deve contribuir, especialmente através da implementação do seu programa em colaboração com os professores. Para a maior parte dos entrevistados, o Gabinete de Informação e Apoio ao Aluno deve abordar todos os assuntos sugeridos pelos alunos e esclarecer dúvidas ou encaminhar os alunos para outras instituições quando adequado e ser dinamizado por professores, enfermeiros e psicólogos. As práticas dos entrevistados nas escolas centram-se fundamentalmente na implementação dos programas PASSE, PRESSE e PELT e em temas como alimentação, saúde oral, sexualidade e substâncias psicoactivas usando estratégias activas. No Gabinete, a maior parte dos entrevistados ajudam os alunos fundamentalmente a resolver problemas relacionados com a sexualidade. A principal barreira para colaborar com as escolas é a falta de tempo e o principal factor facilitador é a motivação dos professores. Estes resultados têm implicações a nível da formação de professores em colaboração com os enfermeiros, da articulação entre a escola e as ACES e da (re) estruturação dos Gabinetes em função dos normativos legais e da disponibilidade de tempo dos seus dinamizadores.
Fetched live from OpenAlex and de-inverted. Abstracts are not stored in this database: the inverted indexes are 8.6 GB of the frame’s 9.3 GB of text, and the host has 13 GB free.
How this classification was reachedexpand
Full frame distilled prediction
Teacher imitationNot calibrated prevalence, not ground truth. Human validation pending. Learned from the 10,348 direct Codex labels and 10,348 direct Gemma labels. Candidate is the union of thresholded teacher heads; consensus is their intersection. These outputs are machine_predicted_unvalidated and are not human labels or direct frontier model labels.
Codex and Gemma teacher scores by category
| Category | Codex | Gemma |
|---|---|---|
| Metaresearch | 0.002 | 0.001 |
| Meta-epidemiology (narrow) | 0.002 | 0.003 |
| Meta-epidemiology (broad) | 0.003 | 0.001 |
| Bibliometrics | 0.002 | 0.002 |
| Science and technology studies | 0.005 | 0.000 |
| Scholarly communication | 0.000 | 0.001 |
| Open science | 0.002 | 0.000 |
| Research integrity | 0.005 | 0.006 |
| Insufficient payload (model declined to judge) | 0.005 | 0.004 |
Machine scores (provisional)
The two teacher heads of the student model, read on this work. A score orders the frame for review; it never asserts a category, and the validation status ships verbatim with every row.
Baseline scores from an immature model (maturity gate not passed, 7 training rounds). Scores rank; they never assert a category.
score_only:v0-immature-baseline · verbatim from the scoring run: score_only means the number may rank works, and no category label ships from itClassification
machine, unvalidatedMachine predicted; both teacher heads agree on what is shown here.
How this classification was reached, model by model and score by score, is at the end of the page under "How this classification was reached".