Roots to Grow, Wings to Fly: Father and son backpacking through Southeast Asia.
Bibliographic record
Abstract
A ideia de escrever um livro que contasse o mochilão que iz com o meu pai pelo Sudeste Asiático surgiu a partir de pedidos dos meus amigos que acompanharam parte da narrativa por meio do meu Facebook e do meu Instagram. A tecnologia esteve sempre presente no nosso dia a dia, para reservar hostels e entradas em museus, por exemplo. Essa agilidade era diferente da forma de viajar à qual meu pai estava acostumado. Por isso, pensei que seria interessante escrever o meu relato aproveitando algumas postagens que iz nessas redes sociais e complementá- lo com a visão que o meu pai teve dos mesmos eventos que compartilhamos nesses 42 dias juntos. Este livro foi escrito entre julho de 2016 e maio de 2017. Passado o primeiro impacto do que a viagem tinha representado para nós, foi curioso perceber que muitas das experiências que me chamaram a atenção passaram desapercebidas para o meu pai e vice-versa. Minha mãe encarregou-se de transcrever alguns relatos que o meu pai gravou em áudio sobre suas lembranças, pouco menos de um ano depois da jornada na Ásia. O resultado é que esta publicação acabou tornando-se um exercício de convivência, parceria e interação entre nós três. Passamos a trocar experiências, incluímos minha mãe na viagem - que passou a conhecer outras histórias, além das que tínhamos compartilhado por Skype e Whatsapp, na época. Durante seis semanas, a viagem acabou sendo vivida de uma forma diferente, seguida quase em tempo real. Os comentários dos familiares e amigos que icaram no Brasil izeram parte do nosso cotidiano do outro lado do mundo. Foi curioso poder, por exemplo, mandar um beijo que uma amiga do Brasil, que ao ter lido um dos meus relatos, pediu que eu enviasse para um simpático senhor malaio. Um ano e meio depois da jornada iniciada em 20 de dezembro de 2015, este livro serviu para relembrar nossas experiências nos anos 1980 e 1990; as dos meus pais juntos e sozinhos, em 1998; as que voltamos a fazer juntos no início dos anos 2000, etc. E além disso, serviu para que minha mãe e eu pudéssemos planejar e projetar uma só nossa, conforme eu havia prometido. Em setembro de 2017, viajamos para México (Cidade do México), Estados Unidos (Nova Iorque) e Canadá (Fernie, Ottawa, Montreal e Cidade de Quebec), destinos que ela escolheu como “compensação” pela viagem em que ela não esteve presente conosco. Um senhor de 65 anos e seu ilho de 35. Um engenheiro e um jornalista. Amigos de uma vida inteira complementaram-se durante a viagem exatamente como sugerem os textos deste livro. Os relatos ora são semelhantes, ora são diferentes. O café gelado descrito com carinho e apreço pelo meu pai não me causa nenhuma empolgação. O banho com os elefantes do Rio Mekong me trouxe lembranças da infância que me marcaram. Para ele, parece não ter sido nada especial. Uma viagem que não foi uma lição existencialista permanente, como acontece no imaginário de quem viaja para a Ásia. Mas a nossa parceria icou mais sólida, mais sincera e mais amiga pela convivência diuturna e pelos momentos especiais que compartilhamos. Obrigado, pai, por ter aceitado a aventura!
Fetched live from OpenAlex and de-inverted. Abstracts are not stored in this database: the inverted indexes are 8.6 GB of the frame’s 9.3 GB of text, and the host has 13 GB free.
How this classification was reachedexpand
Full frame machine prediction
Teacher imitationNot calibrated prevalence, not ground truth. Human validation pending. The Gemma side is a direct model label for every work in the frame, read from the title-only record. The Codex side is a classifier learned from the 10,348 direct Codex labels and calibrated to design-weighted sample rates; fields without enough sample support carry no Codex call. Candidate is the union of the two sides; consensus is their intersection. These outputs are machine_predicted_unvalidated and are not human labels.
Distilled classifier scores by category (both heads)
| Category | Codex | Gemma |
|---|---|---|
| Metaresearch | 0.001 | 0.002 |
| Meta-epidemiology (narrow) | 0.001 | 0.000 |
| Meta-epidemiology (broad) | 0.000 | 0.000 |
| Bibliometrics | 0.001 | 0.001 |
| Science and technology studies | 0.018 | 0.006 |
| Scholarly communication | 0.005 | 0.005 |
| Open science | 0.001 | 0.005 |
| Research integrity | 0.001 | 0.004 |
| Insufficient payload (model declined to judge) | 0.010 | 0.001 |
Machine scores (provisional)
The two teacher heads of the student model, read on this work. A score orders the frame for review; it never asserts a category, and the validation status ships verbatim with every row.
Baseline scores from an immature model (maturity gate not passed, 7 training rounds). Scores rank; they never assert a category.
score_only:v0-immature-baseline · verbatim from the scoring run: score_only means the number may rank works, and no category label ships from itClassification
machine, unvalidatedMachine predicted; a candidate call from one source (direct Gemma or distilled Codex), not a consensus.
How this classification was reached, model by model and score by score, is at the end of the page under "How this classification was reached".