A ditongação diante de /S/ no português falado pelas comunidades afro-brasileiras de Helvécia, Barra e Bananal
Bibliographic record
Abstract
A dissertação intitulada A ditongação diante de /S/ no português falado pelas comunidades afro-brasileiras de Helvécia, Barra e Bananal-Ba baseia-se nos pressupostos da Sociolinguística Variacionista (Labov, 2008[1972]), e teve como principal objetivo observar como se dá a ditongação diante de /S/ nas comunidades afro-brasileiras de Helvécia, Barra e Bananal. Analisaram-se as amostras das comunidades Helvécia, Barra e Bananal totalizando 1.104 ocorrências, extraídas da fala de 12 informantes (06 homens e 06 mulheres), divididos em três faixas etárias (faixa I: de 20 a 40 anos; Faixa II: de 40 a 60 anos; Faixa III: mais de 60 anos). As amostras foram coletadas pelo Projeto Vertentes do Português no Estado da Bahia, da Universidade Federal da Bahia. Os dados foram analisados por meio do programa GoldVarb X e as variáveis analisadas foram escolhidas levando em consideração algumas variáveis já utilizadas em outras pesquisas, que se dedicaram ao estudo do tema. No que diz respeito à influência das variáveis linguísticas, o programa apontou, para a comunidade de Helvécia: extensão do vocábulo, tonicidade da sílaba, realização fonética da consoante em coda silábica, tipo de consoante seguinte e classe morfológica do vocábulo como os que mais favorecem a ditongação. Na comunidade de Barra e Bananal, foram selecionadas as variáveis posição da consoante no item, extensão do vocábulo, tipo de consoante seguinte e classe morfológica do vocábulo. Com relação aos fatores extralinguísticos, nenhum favoreceu a ditongação. No entanto, os resultados obtidos não mostraram um padrão para as comunidades quilombolas, uma vez que, na comunidade de Helvécia, os informantes da faixa etária I, os mais jovens, tendem a ditongar mais, com um percentual de 45,8%. Em Barra e Bananal, verifica-se o resultado contrário, a faixa etária III foi a que mais ditongou, com porcentagem de 61,5%.
Fetched live from OpenAlex and de-inverted. Abstracts are not stored in this database: the inverted indexes are 8.6 GB of the frame’s 9.3 GB of text, and the host has 13 GB free.
How this classification was reachedexpand
Full frame machine prediction
Teacher imitationNot calibrated prevalence, not ground truth. Human validation pending. The Gemma side is a direct model label for every work in the frame, read from the title-only record. The Codex side is a classifier learned from the 10,348 direct Codex labels and calibrated to design-weighted sample rates; fields without enough sample support carry no Codex call. Candidate is the union of the two sides; consensus is their intersection. These outputs are machine_predicted_unvalidated and are not human labels.
Distilled classifier scores by category (both heads)
| Category | Codex | Gemma |
|---|---|---|
| Metaresearch | 0.001 | 0.001 |
| Meta-epidemiology (narrow) | 0.000 | 0.000 |
| Meta-epidemiology (broad) | 0.000 | 0.000 |
| Bibliometrics | 0.001 | 0.002 |
| Science and technology studies | 0.002 | 0.001 |
| Scholarly communication | 0.001 | 0.001 |
| Open science | 0.000 | 0.001 |
| Research integrity | 0.000 | 0.000 |
| Insufficient payload (model declined to judge) | 0.006 | 0.000 |
Machine scores (provisional)
The two teacher heads of the student model, read on this work. A score orders the frame for review; it never asserts a category, and the validation status ships verbatim with every row.
Baseline scores from an immature model (maturity gate not passed, 7 training rounds). Scores rank; they never assert a category.
score_only:v0-immature-baseline · verbatim from the scoring run: score_only means the number may rank works, and no category label ships from itClassification
machine, unvalidatedMachine predicted; a candidate call from one source (direct Gemma or distilled Codex), not a consensus.
How this classification was reached, model by model and score by score, is at the end of the page under "How this classification was reached".