Associação entre distúrbios respiratórios do sono e queda entre idosos robustos
Bibliographic record
Abstract
Introdução: O envelhecimento traz consigo alterações estruturais e funcionais que fazem do idoso uma faixa etária vulnerável à queda. Alguns estudos vêm demonstrando que idosos com diagnóstico da apneia obstrutiva do sono apresentam 2 vezes mais chances de apresentar queda. No entanto, ainda existe carência na literatura quanto a associação entre distúrbios respiratórios do sono e risco de queda em idosos robustos. Objetivo: Avaliar associação entre distúrbios respiratórios do sono e prevalência de queda entre idosos robustos. Metodologia: Estudo observacional transversal, parte de um estudo maior intitulado “Distúrbios do sono e perfil metabolômico relacionados a ocorrência de quedas em idosos residentes na comunidade: Estudo longitudinal prospectivo”, envolvendo idosos da comunidade com >65 anos, independente do sexo. Critérios de exclusão: doenças neurológicas ou otoneurológicas – pela capacidade de afetar o equilíbrio, e a incapacidade de compreender as instruções dos testes – levando à dificuldade para realizar as atividades solicitadas. Realizou-se triagem através do Índice de Vulnerabilidade Clínico-Functional 20(IVCF-20), e apenas os idosos robustos, aqueles que, de forma independente e autônoma, são capazes de gerenciar sua vida, foram incluídos. Foi aplicado questionário sócio-demográfico; o Montreal Cognitive Assessement Basic (MoCA-B) para rastreio do déficit cognitivo ligeiro; a avaliação da sonolência excessiva diurna através da Escala de Sonolência de Epworth e o questionário de Berlim para avaliar risco de distúrbio respiratório do sono; ademais, foi interrogado sobre histórico de quedas ao longo dos últimos 12 meses. Resultados: Foram avaliados inicialmente 90 idosos, sendo 68,9% do sexo feminino, 46,7% se autodeclarando pardo, com média de idade 71,1(+5,1) anos. Menos de 15% dos idosos necessitam de algum tipo de dispositivo auxiliar de marcha. A maioria dos idosos era aposentada(88,9%), porém 27,8% ainda mantem alguma atividade profissional. A robustez se fez presente em 67 idosos, com o sexo feminino apresentando maior prevalência(67,2%) e uma faixa etária semelhante à média geral da amostra com 71,2(+5,0). O uso de dispositivo auxiliar de marcha foi referido em quase 11% dos robustos. Quanto às características do sono, dentre os idosos robustos, houve uma média de 8,18(+4,95) pontos na Escala de Sonolência de Epworth, com 38,8% de sonolência excessiva diurna, alto risco para apneia obstrutiva do sono em 25,4% e frequência de 29,9% de relato de queda nos últimos 12 meses. A queda se mostrou prevalente em 34,6% dos idosos robustos que apresentaram sonolência excessiva diurna(p=0,497), entre os que caíram ao longo dos últimos 12 meses, 45% apresentaram alto risco para apneia obstrutiva do sono(p=0,016), e comparando robustos com 5 alto risco para apneia obstrutiva do sono com aqueles sem alto risco, a frequência de quedas foi maior no primeiro grupo(52,9% VS 22,0%; p=0,016). Conclusão: Os idosos robustos que cursaram com pelo menos 1 episódio de queda nos últimos 12 meses apresentaram alto risco para apneia obstrutiva do sono e aqueles com alto risco para apneia obstrutiva do sono tiveram maior frequência de queda quando comparados com aqueles sem alto risco. Esses dados reforçam a real necessidade do estabelecimento de condutas voltadas para a prevenção de queda na população idosa com distúrbios respiratórios do sono.
Fetched live from OpenAlex and de-inverted. Abstracts are not stored in this database: the inverted indexes are 8.6 GB of the frame’s 9.3 GB of text, and the host has 13 GB free.
How this classification was reachedexpand
Full frame machine prediction
Teacher imitationNot calibrated prevalence, not ground truth. Human validation pending. The Gemma side is a direct model label for every work in the frame, read from the title-only record. The Codex side is a classifier learned from the 10,348 direct Codex labels and calibrated to design-weighted sample rates; fields without enough sample support carry no Codex call. Candidate is the union of the two sides; consensus is their intersection. These outputs are machine_predicted_unvalidated and are not human labels.
Distilled classifier scores by category (both heads)
| Category | Codex | Gemma |
|---|---|---|
| Metaresearch | 0.001 | 0.006 |
| Meta-epidemiology (narrow) | 0.000 | 0.000 |
| Meta-epidemiology (broad) | 0.001 | 0.001 |
| Bibliometrics | 0.001 | 0.001 |
| Science and technology studies | 0.001 | 0.001 |
| Scholarly communication | 0.001 | 0.001 |
| Open science | 0.001 | 0.001 |
| Research integrity | 0.001 | 0.001 |
| Insufficient payload (model declined to judge) | 0.005 | 0.000 |
Machine scores (provisional)
The two teacher heads of the student model, read on this work. A score orders the frame for review; it never asserts a category, and the validation status ships verbatim with every row.
Baseline scores from an immature model (maturity gate not passed, 7 training rounds). Scores rank; they never assert a category.
score_only:v0-immature-baseline · verbatim from the scoring run: score_only means the number may rank works, and no category label ships from itClassification
machine, unvalidatedMachine predicted; a candidate call from one source (direct Gemma or distilled Codex), not a consensus.
How this classification was reached, model by model and score by score, is at the end of the page under "How this classification was reached".