Formação em afroempreendedorismo feminino e quilombola: material didático em prol de comunidades e organizações da moda para mulheres Balbinas e Cazumbás
Notice bibliographique
Résumé
Este trabalho propõe um material didático para a formação em afroempreendedorismo feminino e quilombola, visando à inclusão econômica e social de mulheres da Comunidade São João do Cazumbá, em Feira de Santana, Bahia. A pesquisa justifica-se pela necessidade de valorizar a cultura e os saberes de comunidades tradicionais negras, frequentemente invisibilizadas, e pela relevância da Propriedade Intelectual como ferramenta de empoderamento. O objetivo principal é conceber, disponibilizar e aplicar um material didático que promova a qualificação empreendedora dessas mulheres, verificando a relevância dessa formação para a criação e proteção de ativos de Propriedade Intelectual. Metodologicamente, trata-se de uma pesquisa bibliográfica do tipo Revisão Integrativa, com levantamento sistemático em bases de dados como Portal de Periódicos da CAPES, Scielo e BDTD, buscando o que a literatura propõe sobre a inclusão de mulheres negras empreendedoras, ou afroempreendedoras. Os resultados preliminares destacam o potencial de reverberação geracional do empoderamento e emancipação dessas mulheres, capaz de mitigar o êxodo e a perda do patrimônio imaterial. Embora reconheça iniciativas como as do SEBRAE (2024), o estudo aponta a insuficiência de políticas isoladas, clamando por uma política estruturada de inclusão. Em contraponto à lógica empreendedora hegemônica, que pode precarizar o trabalho (Costa; Rodrigues, 2022; Dardot; Laval, 2016; Valentim; Peruzzo, 2017), a pesquisa propõe uma relação de cooperação e economia solidária, exemplificada pela parceria entre a marca Balbina e as mulheres do Cazumbá. Conclui-se que o fomento ao afroempreendedorismo feminino pode gerar emprego e renda sustentáveis, preservando história, cultura e saberes ancestrais, conforme diretrizes de Pires (2005).
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Comment cette classification a été obtenuedéplier
Prédiction distillée sur la base complète
Imitation des enseignantsNi prévalence calibrée, ni vérité terrain. Validation humaine à venir. Apprise à partir de 10 348 étiquettes directes de Codex et de 10 348 étiquettes directes de Gemma. Le mode candidate est l'union des têtes enseignantes seuillées; le consensus est leur intersection. Ces sorties portent le statut machine_predicted_unvalidated et ne sont ni des étiquettes humaines ni des étiquettes directes de modèles de pointe.
Scores Codex et Gemma par catégorie
| Catégorie | Codex | Gemma |
|---|---|---|
| Métarecherche | 0,001 | 0,001 |
| Méta-épidémiologie (sens strict) | 0,001 | 0,001 |
| Méta-épidémiologie (sens large) | 0,001 | 0,000 |
| Bibliométrie | 0,000 | 0,001 |
| Études des sciences et des technologies | 0,002 | 0,001 |
| Communication savante | 0,002 | 0,001 |
| Science ouverte | 0,002 | 0,001 |
| Intégrité de la recherche | 0,001 | 0,001 |
| Charge utile insuffisante (le modèle a refusé de juger) | 0,002 | 0,000 |
Scores machine (provisoires)
Les deux têtes enseignantes du modèle étudiant, lues sur ce travail. Un score ordonne la base pour la relecture; il n'affirme jamais une catégorie, et le statut de validation accompagne chaque rangée tel quel.
Scores de référence d'un modèle non mature (critères de maturité non atteints, 7 itérations). Un score ordonne; il n'affirme jamais une catégorie.
score_only:v0-immature-baseline · tel quel depuis la passe de notation : score_only signifie que le nombre peut ordonner les travaux, et qu'aucune étiquette de catégorie n'en découleClassification
machine, non validéePrédiction automatique; un appel candidat d’une seule tête enseignante, pas un consensus.
Le détail, modèle par modèle et score par score, se trouve en fin de page sous « Comment cette classification a été obtenue ».